Médium fará cirurgias espirituais em Fortaleza

João Berbel, médium espírita de Franca, interior de São Paulo, estará em Fortaleza no período de 27 a 29 deste mês. Ele vem dar palestra no I Seminário sobre Cirurgia Espiritual, uma promoção do Grupo Espírita Ana Amélia (GEAME).

Berbel falará às 18 horas do dia 26, no auditpório do GEAME, quando abordará o tema “Medicina do Além – A Cura Através dos Espíritos”. Ele também fará cirurgias espirituais.

SERVIÇO

Auditório do Grupo Espírita Ana Amélia Bezerra de Menezes (GEAME) - Avenida dos Expedicionários 9399 – Itaperi

Hora: das 18:30 às21:00h.

Ingresso: R$ 30,00 + 1 kg de alimento (destinados às obras assistenciais do GEAME)

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Jornalista Saulo Gomes lança livro em Fortaleza

Este repórter do Blog e Saulo Gomes

O jornalista Saulo Gomes, nome dos mais respeitados da área no País, lançará nesta segunda-feira, às 19 horas, na Livraria Saraiva (Iguatemi), o livro “As Mães de Chico Xavier”. Dentro da programação da IX Mostra Brasileira de Teatro Transcendental, que se encerrará no fim de semana, no Teatro Via Sul.

“As Mães de Chico Xavier” traz os bastidores do longa-metragem homônimo baseado em fatos reais e conta a história de três mães que vivem dramas distintos. O filho de Ruth (Via Negromonte nas telas) enfrenta problemas com as drogas, já Elisa (Vanessa Gerbelli) tenta superar com o marido a perda do filho e Lara (Tainá Muller) é uma professora que enfrenta o dilema de uma gravidez não planejada.

O livro vai além. Traz mensagens psicografadas por Chico, curiosidades, depoimentos e entrevistas realizadas com a equipe do filme e com as verdadeiras mães.

Conta ainda com textos de autores espíritas consagrados como Divaldo Franco, Plínio Oliveira e Richard Simonetti falando sobre temas espinhosos como morte, aborto, drogas e suicídio. “Era um trabalho de no mínimo um ano, mas organizei tudo em quatro meses”, avisa Saulo.

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Tudo pronto para a 9ª Mostra Brasileira do Teatro Transcendental

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Estação da Luz lança a 9ª Mostra Brasileira de Teatro Transcendental

A 9ª Mostra de Teatro Transcendental, uma realização da ONG Estação da Luz,  será lançada na próxima sexta-feira, durante café da manhã na sede do Hemoce (Bairro Rodolfo Teófilo), marcado para as 8h30min. Foram convidados a imprensa, patrocinadores, parceiros, entidades assistenciais beneficiadas, comunidade artística e convidados. Durante o evento, serão apresentadas a programação e as peças selecionadas para a esta edição do evento, bem como anunciadas as seis entidades assistências a serem beneficiadas com os gêneros alimentícios arrecadados.

A mostra de teatro transcendental será realizada no periodo de 18 a 21 de agosto próximo, no Theatro José de Alencar, e entre os dias 26 a 28 de agosto, no Teatro Via Sul. Ao todo, serão encenadas sete peças de companhias teatrais dos Estados do Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

SERVIÇO

* Os ingressos para os espetáculos já podem ser obtidos mediante a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis e um (1) livro não-didático em cinco pontos de troca localizados nos shoppings Aldeota, Benfica, North Shopping e Via Sul, além da sede do Hemoce.

* Mais informações pelo site www.teatrotranscendental.com

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Nonato Albuquerque, paixão pelo rádio, internet e pelo público

“No contato inicial, o comunicador quis evitar a conversa. Não achou que fazia par com as tantas boas histórias contadas nas Páginas Azuis. Seria demais para ele, argumentou. Um pouco mais de insistência e, um dia depois, Nonato Albuquerque parava algumas horas para nos descrever a infância em Acopiara, a adolescência em Iguatu, a chegada aos microfones de rádio, a presença na tela da televisão e a atuação nas redes sociais. Nonato diz-se um viciado em escrever, em ler, em trabalhar.

Faz parte de várias comunidades no mundo digital. Sem contar os blogs. Na televisão, apresenta o Barra Pesada, programa policial da TV Jangadeiro. E conta que aceitou a missão por uma causa espírita (ou espiritualista) – para pagar dívidas de vidas anteriores. Logo ele, que sempre pedia, nos jornais impressos pelos quais passou, para escapar da cobertura policial.

Mas é no rádio em que Nonato mais se satisfaz. A grande paixão. É a informação que chega sem arrodeios. É só abrir o microfone. A interatividade com o ouvinte é outra marca forte, positiva, cita ele. Gosta da reação e da receptividade que o público demonstra.

Durante a entrevista, Nonato chorou de se emocionar e chorou de rir. Narrou histórias e planejou desafios. Porque o Nonato não é apenas o jornalista de rádio, TV e jornal. Nem tão-somente o espírita que ministra palestras e aconselha despropositadamente. Nem só o amante de bossa nova ou o menino grande que aprendeu a jogar de PlayStation. O Nonato é um cidadão de sensibilidade.

O POVO – Apesar de atuar em outras mídias, o rádio é sua paixão?

Nonato Albuquerque – A grande paixão. O rádio é igual ao exercício de respirar. Eu faço e nem noto. Dá uma satisfação e é uma responsabilidade muito grande. Porque tudo o que se diz tem uma ressonância enorme. Atinge um grande público, mas está desvalorizado até pela categoria.

OP – As redes sociais estão substituindo?

Nonato – Acho que não. As redes sociais deram uma agilidade muito grande ao rádio. A internet veio favorecer. As redes sociais deram um incremento a ter mais informação atualizada da cidade. Hoje, eu me pontuo muito pelo Twitter ou Facebook.

OP – Mas é um público diferente.

Nonato – Porque tem mais jovens (nas redes sociais). A grande massa às vezes não conhece nem tem internet. Mas a internet veio solidificar no rádio a agilidade que esse veículo tem. É o mais ágil veículo. Acontece um sopro de tsunami no Japão e nós já sentimos a presença aqui pela velocidade dos meios de comunicação de hoje, das ferramentas que temos. E o rádio é o primeiro a dizer. Basta abrir o microfone. Não precisa “prepara, vai maquiar o apresentador, coloca set, vai começar, atenção pessoal”… não. É rapidinho até que você possa ter mais informações. Então, o rádio é bom por isso. E o rádio integra mais. Hoje em dia, a gente já acorda ligando o televisor para ver o noticiário do telejornal, mas o telejornal de manhã ainda é um refogado das notícias da noite. E o rádio já está recebendo telefonema de ouvintes que estão no dia a dia dizendo: “Olha, eu encontrei neste momento um grande congestionamento na BR-116. Avisa ao pessoal pra pegar outros caminhos”. E o rádio é fortalecido pela interatividade com o ouvinte. O celular nos deu uma oportunidade de colocar a facilidade. Antes, você precisava sair com uma mala de som pesada, enorme, e um gravador pras ruas.

OP – Como é que você lida com as redes sociais?

Nonato – Tenho Twitter, Facebook, MSN, LinkedIn. Sou um blogueiro por conta de vício, acho que é vício. Eu gosto. Me perguntaram: “Você ganha com seus blogs?”. Não, me dá prazer estar escrevendo. Eu tenho uma coisa incrível de ter que escrever. Falar e escrever, para mim, são as duas noções da minha presença na Terra nesta encarnação. E ler muito. Exagerado até.

OP – Mas, na internet, o público é mais jovem? Já conhecia você?

Nonato – É mais jovem. Muitos me descobrem na internet: “Você é o Nonato da rádio, da televisão? E você tem blog?” Um dia desses, eu fui para uma locadora de vídeos e peguei dois games de PlayStation 3.

OP – Você joga Playstation 3?

Nonato – Pronto. Foi o que a menina perguntou: “O senhor gosta disso?” É porque não tinha na minha infância. (risos) Não tinham descoberto ainda. E eu aproveito pra aprender antes de morrer. Ontem eu fiquei jogando baralho até 2 horas da manhã. É meio doido. É atualizando o blog, é jogando baralho, é olhando a televisão, é assistindo ao Jô Soares e é daqui a pouco preparando o livro para continuar a ler. Hoje, eu li na Folha de S.Paulo que informação demais prejudica os neurônios. Os meus já devem estar um pouco prejudicados (risos).

OP – E quem é o público da TV?

Nonato – O público de TV é a grande massa. O Barra Pesada é um programa que está mais entre o público B, D. Mas, na verdade, é o grande público que ainda é ávido pela informação que fala do mal do outro que satisfaz a alguém pra se sentir bem. Tem aquela história: “Ah, o vizinho está ruim da vida. Graças a Deus”. Parece assim. Nós vivemos em uma sociedade em que a notícia ruim dá ibope.

OP – Como você se sente noticiando isso?

Nonato – Meio estranho. Eu que já trabalhei em todas as editorias do jornal e nunca quis, sempre me afastei da editoria policial, “ah, não gosto disso, não”. Quando Tancredo Carvalho me chama, eu estava no Vida & Arte, e digo “só não quero o Barra Pesada”.

OP – E por que aceitou?

Nonato – Por uma mudança de atitude que, às vezes, eu conto nas minhas conversas, nas minhas palestras. É uma história muito longa.

OP – Tem um tom espiritualista.

Nonato – É, foi uma amiga minha de fora que me anunciou. “Nonato, você vai trabalhar em televisão”. E eu: “Que nada, não gosto de televisão”. Era uma amiga espírita. “Vai haver uma grande mudança na Terra que vai precisar de pessoas ligadas a informação para atuar em uma rede de informação em que não seja preciso ampliar ainda mais a grande tragédia da humanidade. Vamos passar por momentos difíceis, a violência vai duplicar.” Tudo o que hoje está acontecendo pra mim não é novidade.

OP – E ela disse isso quando?

Nonato – Antes do Barra Pesada, seis meses antes. Tanto que, dois meses depois que eu fui chamado, fui chamado para a TV Cidade fazer um programa de notícia. Eu, Miguel Macêdo, Dílson Pinheiro, era uma equipe para um show de entretenimento. Era uma equipe fantástica que ia trabalhar. Achei o projeto fabuloso. E faltando pouco tempo, chegou uma informação: “Não, nós vamos mudar”. Já havia matéria gravada, quadro de humor e tudo. “O programa vai mudar, vai ter outro perfil, vamos precisar divulgar o nome de uma figura que vai entrar na política”. Era o Cambraia. E esse programa ia ter um tom político. Dos 10 que estavam na produção, os 11 saíram. E eu também não queria nada com política. Até hoje, eu sou avesso a política partidária. Se eu não uso o meio de comunicação como trampolim, também não vou servir de trampolim para ninguém. Telefonei para ela (a amiga) e disse: “Minha amiga, você errou. Quem lhe anunciou esse presságio, que eu ia pra televisão, gorou”. E ela: “Olha, não sei qual é o projeto, não. Mas não era esse. É um programa policial”. Novamente, em silêncio, eu disse: “Deus me livre do Barra” (risos). E a língua paga.

OP – Mas você se arrepende?

Nonato - Não, não.

* Leria a inegra da entrevista de Nnato Abuqueruque aqui.

(O POVO)

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“As Mães de Chico Xavier” com pré-estreina nesta 5º feira em Fortaleza

Imagem de Amostra do You Tube

O filme “As Mães de Chico Xavier” estreará em mais de 400 salas de cinema nesta sexta-feira. Mas, nesta quinta-feira, às 21 hroas, no Cinema Iguatemi, haverá pré-estreia com a presença da atriz Via Negromonte e dos atores Daniel Dias e Gustavo Falcão. A direção é dos cearenses Halder Gomes e Glauber Filho, com promoção da Estação da Luz Filmes e distribuição da Paris Filmes e apoio promocional da Globo Filmes e Telecine.

“As ~Mães de hco Xavier” é baseada em três histórias reais de mães que passaram por situações extrmas com seus filhos e receberam conforto graças a cartas psicografadas por Chico Xavier.

DETALHE – Uma das mães, dona Célia Diniz, estará conferindo, nesta quinta-feira,  pré-estreia da película.

DETALHE 2 – A pré-estreia é só para convidados.

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Fortaleza terá I Mostra de Cinema Transcendental

“Tudo pronto para a I Mostra de Cinema Transcendental do Ceará. A realização é da ONG Estação da Luz e será de 27 a 31 de março, nos cinemas do Shopping Iguatemi. Segundo o realizador Luís Eduardo Girão, o evento contará com filmes também do Exterior como A Árvore, dos EUA, e Ricky, da França, além do brasileiro O Contestado e de curtas vencedores do Festival de Cinema Transcendental de Brasília, que se realizará de 24 a 27 do próximo mês.

O ingresso para a mostra: a doação de dois quilos de alimentos. Já no dia 1º de abril, haverá a estreia nacional do filme As Mães de Chico Xavier, produção da Estação da Luz, dirigida pelos cearenses Glauber Filho e Halder Gomes.”

DETALHE: O contrato para a distribuição da película foi assinado ontem, em São Paulo, com a Globo Filmes e Telecine.

(Coluna Vertical, do O POVO)

ESCLARECE (ATUALIZADO – 11h21min)- Globo Filmes, em contato com o Blog, esclarece não ter firmado contrato com a produção de “As Mães de Chico Xavier”.

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Divaldo Franco, o cidadão cearense

O médium baiano Divaldo Franco (83) receberá, na próxima sexta-feira, na Assembleia, título de cidadão cearense. O ato, que atende a um requerimento do presidente da Casa, Domingos Filho (PMDB), ocorrerá às 17 horas.

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Livro “A Bailarina Fantasma”, de Socorro Acioli, vai virar filme

A querida jornalista e escritora cearense Socorro Acioli é destaque, na edição da Folha deste sábado. Ela é autora do livro “A Bailarina Fantasma”, que vai virar filme. Confira a matéria:

Batidas repentinas na porta, vultos para lá e para cá. Foi o que escutou e viu a escritora Socorro Acioli no Theatro José de Alencar, em Fortaleza (CE), por onde andou diversas vezes antes de escrever a história do livro “A Bailarina Fantasma” (ed. Biruta; R$ 34).

“Um certo dia eu fiquei sozinha no palco principal, com todas as cortinas fechadas, uma escuridão de apavorar. Eu precisava sentir medo. Ouvi batidas de porta, vultos passando, mas não tive um encontro cara a cara com a bailarina. Infelizmente”, conta a autora.

Inspirado numa lenda urbana, o romance conta a história da menina fantasma Clara e da menina de carne e osso Anabela, que se encontram um dia no teatro. Enquanto suas trajetórias se cruzam, é contada a história de construção do teatro.

“A Bailarina Fantasma”, cuja história é famosa na capital cearense, Fortaleza, está sendo adaptado para virar filme, com direção de Glauber Filho (“Bezerra de Menezes, o Diário de um Espírito” e “As Mães de Chico Xavier”). Em fase de pré-produção e escrita de roteiro, a previsão de estreia é 2012.

Abaixo, leia um bate-papo com a escritora, autora de obras como “Tempo de Caju”, “Inventário de Segredos” e “O Anjo do Lago”.

Confira o book trailer da obra e conheça o blog da autora.

Como foram feitas as pesquisas antes de escrever a obra? Quais histórias que ouviu dos funcionários do teatro e que não foram parar no livro, por exemplo?
Acioli - O primeiro passo foi pesquisar a história oficial do teatro. Depois, passei a entrevistar funcionários, ex-funcionários, artistas e todas as pessoas que tivessem histórias para contar. Ouvi muita coisa e escolhi as melhores para o livro, aproveitei quase tudo.

Divulgação
Imagens do livro "A Bailarina Fantasma", de Socorro Acioli
Palco do teatro cearense, onde há registro de aparição da bailarina

Durante as visitas ao teatro, você passou horas sozinha no porão. Como foi a experiência? Algum rastro da bailarina por lá?
Acioli - Pedi autorização para andar por lá livremente. Um certo dia eu fiquei sozinha no palco principal, com todas as cortinas fechadas, uma escuridão de apavorar. Eu precisava sentir medo. Ouvi batidas de porta, vultos passando, mas não tive um encontro cara a cara com a bailarina. Infelizmente.

Há um emaranhado de dados históricos e ficção no romance. Pode dar algumas pistas para o leitor desvendar esse mistério?
Acioli - A cronologia é toda real: chegada do ferro, inauguração, reforma, tudo está no tempo certo, tudo aconteceu. Os personagens são todos ficcionais. A família MacFarlane não veio para Fortaleza, mas é de fato a empresa que produziu o ferro. Nunca existiu o Gabriel, o piano, nada daquilo. Foi encontrado um baú de madeira sobre o palco durante a reforma, mas não havia diário algum lá dentro. Já os relatos das aparições são todos reais.

Divulgação
Imagens do livro "A Bailarina Fantasma", de Socorro Acioli
Capa do livro sobre a bailarina Clara, de Socorro Acioli

O livro tem arabescos e fotos do teatro, mas nenhuma imagem da bailarina. É importante preservar esse espaço de imaginação dos leitores?
Acioli - Sim, muito importante. A imagem da bailarina está na cabeça de cada pessoa que sabe da sua existência. Para mim ela é como descrevi: muito branca, de cabelos ondulados, soltos, de roupa azul. Para o leitor, será como ele imaginar.

Para quem visitar o Theatro Arthur de Azevedo, em Fortaleza, quais cuidados deve tomar para não encontrar (ou encontrar) Clara?
Acioli - A Clara gosta de todos os lugares do teatro, por isso não há como fugir dela. Mas a pista mais certa é observar onde estão os gatinhos que moram por lá. Eles sempre ficam perto dela.

A obra vai virar filme? Conte um pouco sobre esse projeto.
Acioli - Sim, “A Bailarina Fantasma” vai virar filme, com estreia prevista para 2012. Eu mesma estou escrevendo o roteiro para cinema e acabei de ganhar um prêmio por ele. Ainda estamos negociando uma série de detalhes (o mundo do cinema é bem complicado!), mas logo que eu tenha mais informações passarei para a Folhinha. Só posso dizer que a estória vai mudar um pouco do livro para o filme, um personagem novo será acrescentado na trama e tudo ficará ainda mais divertido… e assustador!

(Folha/Foto da autora – Paulo Moska)

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Paris Filmes e Estação da Luz fecham acordo para distribuir “As Mães de Chico Xavier”

O presidente da ONG Estação da Luz, Luís Eduardo Girão, assinará, às 10 horas desta terça-feira, na Livraria Cultura, em Fortaleza, contrato com a Paris Filmes. Pelo acordo, essa distribuidora internacional ficará responsável pela veiculação, em mais de 200 cinemas de todo o País, do filme “As Mães de Chico Xavier”, dos cineastas cearenses Gláuber Filho e Halder Gomes.

O filme, que deverá estrear nacionalmente no dia 1º de abril de 2011, conta a história de três mães que receberam cartas psicografadas pelo médium. É baseado em livro do jornalista Marcel Souto Maior.

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Filme “As Mães de Chico Xavier”, produzido no Ceará, vai ser distribuído pela Paris Filmes

“A Paris Filmes, distribuidora de Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse, películas de sucesso mundial de bilheteria, vai responder pela veiculação, em mais de 250 cinemas do País, do filme As Mães de Chico Xavier, dos cearenses Gláuber Filho e Halder Gomes e apoiado pela ONG Estação da Luz do Ceará.

A estreia foi acertada ontem, no Rio, para 1º de abril de 2011, informa o empresário Luís Eduardo Girão (Estação da Luz), adiantando que o investimento foi de R$ 4,1 milhão. “Esse filme, que conta a história de três mães que receberam cartas psicografadas por Chico Xavier, foi 90% rodado no Ceará. O restante foi em Pedro Leopoldo (MG), terra do grande médium”, disse Girão.

Baseado no livro Por trás do véu de Isis, de Marcel Souto Maior, traz no elenco nomes como Nelson Xavier, Caio Blat e Vanessa Gerbelli. Promete ser mais um filão num mercado que não é do outro mundo.”

 (Coluna Vertical, do O POVO/Foto – Paulo Moska)

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Cearense Luís Eduardo Girão, o cineasta de um outro mundo

Eis que de repente seu nome está ao lado do de Daniel Filho, um dos mais importantes diretores de TV e cinema do país. Luis Eduardo Girão, que completará 38 anos no próximo dia 25, cuidava dos negócios da família em Fortaleza, um resort e uma empresa de segurança, e jamais sonhara se tornar cineasta. Após passar por uma síndrome do pânico, tornou-se espírita e passou a investir em peças teatrais ligadas ao tema. Até que resolveu fazer um filme com a história de um médium famoso, Bezerra de Menezes.

Com pouco dinheiro, parte dele do próprio bolso, e apenas 44 cópias, levou aos cinemas, em 2008, mais de meio milhão de pessoas e inaugurou a onda de filmes espíritas, da qual faz parte “Chico Xavier”, de Daniel Filho, com 3,5 milhões de espectadores, maior bilheteria nacional deste ano. Na semana em que “Nosso Lar”, o terceiro filme desse segmento, foi visto por mais de um milhão de pessoas, Girão concedeu à Folha a entrevista a seguir, na qual fala sobre sua conversão ao espiritismo e da abertura da produtora Estação Luz, exclusivamente voltada a obras espíritas.  
O cineasta Luis Eduardo Girão, que diz ter se tornado espírita após sofrer síndrome do pânico

FOLHA – Antes do cinema, você trabalhava nos negócios de sua família. Em que ramo atuam?
LUIS EDUARDO GIRÃO – Trabalhamos com terceirização de serviços, limpeza, segurança e transporte de valores, e hotelaria, empresas que geram 8.000 empregos. Na década de 80, meu pai teve três jornais dos Diários Associados, “Correio do Ceará”, “Unitário” e “Meio Dia”. Passei a minha infância nesse clima frenético de redação.

Qual foi a sua formação religiosa? Como entrou no espiritismo?
Muito ligada à Igreja Católica. Fui batizado e fiz primeira comunhão. A minha história no espiritismo começou em 2001. Eu estava enfrentando uma crise existencial, um vazio me tomava apesar do sucesso profissional e da conquista de grande patrimônio. Tive síndrome do pânico. Um dia, estava em São Paulo e fui ver uma peça chamada “O Cândido Chico Xavier”. Chorei feito criança e minha vida mudou definitivamente. Sem nada conhecer de produção teatral, levei essa peça a Fortaleza e foi um sucesso. Mais de 4,2 mil pessoas em um final de semana. Fundei uma ONG, a Estação Luz, e criamos a Mostra Brasileira de Teatro Transcendental, evento beneficente que ocorre há oito anos em Fortaleza.

Antes de produzir “Bezerra de Menezes”, que relação tinha com o cinema? Sonhava em trabalhar com isso?
Nenhuma. Cai de paraquedas. Não sou cinéfilo e considero que não entendo quase nada de cinema ainda. Nunca sonhei em trabalhar com cinema. Quando era bem novo, cheguei a filmar e editar casamentos e a fazer uma espécie de telejornal do condomínio onde morava. Coisas de menino se apaixonando pela tecnologia.

Como surgiu a ideia de fazer “Bezerra de Menezes”?
Com o sucesso da mostra de teatro transcendental. Pensamos que, se ela já atinge 30 mil pessoas, um filme poderia atingir muito mais.

Como financiou o filme?
A produção custou R$ 1,6 milhão, a distribuição, R$ 100 mil e a divulgação, R$ 600 mil. Eu investi a metade disso, e a outra metade, consegui com patrocinadores por meio de leis de incentivo fiscal.

Enfrentou resistência de empresários pelo fato de o filme ser espírita?
Não encontramos muita dificuldade. De cada dez portas que batemos, uma se abria. Hoje, com o retumbante sucesso de “Bezerra”, “Chico Xavier” e “Nosso Lar”, será tudo mais tranquilo.

Quem são os investidores?
Bic Banco, Leites Betânia, Capemisa, Coelce (Cia Energética do CE) e Grupo Ype são os principais. Em “As Mães de Chico Xavier”, a maior parte será das leis de incentivo e pequena parte, minha, que deve retornar com o resultado da bilheteria.

O lucro com “Bezerra” foi investido em quê?
Apesar da venda de mais de 40 mil DVDs e da bilheteria de 505.369 pessoas, o filme lucrou pouco. “Bezerra” pagou o preço por ser o pioneiro e não reclamamos disso. Ele teve o papel de despertar o mercado para a temática transcendental, que há décadas se mostrava atrativa na literatura. O que sobrou dele investimos na coprodução com Daniel Filho, em “Chico Xavier”.

Sua produtora fará apenas filmes com esse tema?
Sim. Só nos envolvemos em filmes transcendentais, algo que necessariamente traga uma mensagem transformadora para a vida das pessoas. Fiz “Bezerra” por puro idealismo. Acreditamos que filmes nessa linha constroem um mundo melhor.

Por que, em sua opinião, esses filmes estão fazendo tanto sucesso?
O inconsciente coletivo das pessoas pede isso. Ninguém aguenta mais ver na mídia tanta violência, tanta notícia ruim, corrupção, terrorismo.

Você vê interferência do plano espiritual em suas produções?
Já ouvi relatos impressionantes de nossa equipe dizendo que a ajuda espiritual foi fundamental para que o cronograma das filmagens fosse cumprido. Isso sem falar na atmosfera de paz celestial na equipe. Parece que trabalhamos no Nosso Lar [espécie de paraíso para onde vão os espíritos, segundo o livro de Chico Xavier].

Como responde a quem possa acusá-lo de explorar a fé?
Respeito o julgamento de algumas pessoas. Estamos no mundo material e somos suscetíveis a certas incompreensões. Tenho consciência das nossas reais intenções com esse movimento no cinema. Para alavancar, crescer e produzir mais e mais filmes com essa poderosa temática é preciso ter lucro. Lucro no mundo dos negócios é sinônimo de vitalidade e precisamos disso para seguir em frente. O dinheiro em si não é “do bem” nem “do mal”. O uso que se faz dele é que pode ser pernicioso ou glorificante.”

(Folha Online)

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Jornalista Nonato Albuquerque contesta artigo que critica o filme “Nosso lar”

O jornalista e radialista Nonato Albuquerque deixou comentário rebatendo artigo do escritor Marcelo Mirisola, aqui compilado do site “Congresso em Foco”, onde faz críticas ao filme “Nosso lar”. Mirisola, por exemplo, fala de um “céu de peruca dos anos 50″ que Nonato repudia e reage. Confira: 

Em nenhum momento, o livro ‘Nosso Lar’ sugere que aquela região seja o céu. Tampouco, o inferno. Há zonas “purgatoriais” próximo à crosta terrestre onde almas que se preparam para “elevação” se permitem ficar enquanto elas próprias estão em sintonia com as suas idiossincrasias. Enquanto elas próprias se depuram de suas emoções, de suas conveniências e de seus desejos.

Nós somos o que pensamos. “O inferno somos nós”, disse o ateu Sartre. Não é a doutrina Espírita que mapeia o “lado espiritual” dos seres; são os seres que, depois da vida física, jornadeiam pelos ambientes onde eles próprios construíram mentalmente o seu ego.

O ‘nosso lar’ da descrição andreluiziana (nos dias de hoje) é muito avançado do que aquilo que o espírito do médico A.L.

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“Nosso lar” bate recorde de público

Imagem de Amostra do You Tube

Mais de meio milhão de pessoas foram aos cinemas, no último fim de semana, para ver Nosso Lar. O resultado reforça a onda de sucesso no Brasil de produtos culturais ligados ao espiritismo. Inspirado no livro homônimo de Chico Xavier, o longa-metragem que mostra a vida após a morte foi visto por pelo menos 520 mil pessoas. O dado contabiliza 100% das bilheterias de sexta e sábado e 90% das de domingo (a distribuidora Fox não tinha o resultado final até a última segunda).

Ainda que parcial, a contagem já faz de Nosso Lar, do jovem diretor Wagner de Assis, a segunda maior estreia de filmes nacionais no ano. A primeira é também espírita, Chico Xavier, de Daniel Filho, visto por 585 mil pessoas no primeiro fim de semana.

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Vem aí o filme “Nosso Lar”

Imagem de Amostra do You Tube

Está marcada para o dia 3 de setembro a estreia nacional do filme “Nosso Lar”, de André Luiz.  
Baseado na obra de Chico Xavier, o filme conta a historia do próprio André Luiz, médico bem sucedido que, após sua morte, acorda no mundo espiritual. Ele não pertence mais ao mundo dos vivos e novas lições e conhecimentos surgem em seu caminho. Enquanto aprende como é a vida em outra dimensão e anseia em voltar a terra e rever seus parentes, André descobre a grande verdade: a vida continua para todos.
 
No elenco, além do conhecido ator de peças espíritas Renato Prieto, profissionais de peso da dramaturgia nacional como Ana Rosa, Werner Schünemann, Inêz Vianna, Othon Bastos e Paulo Goulart. Também na equipe o compositor internacional Philip Glass, o diretor de fotografia Ueli Steiger e a empresa de efeitos visuais Intelligent Creatures. O filme é coproduzido e distribuído pela Fox Film do Brasil.

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Vem aí a 8ª Mostra Brasileira do Teatro Transcendental

A programação e o plano de segurança e de trânsito da VIII Mostra Brasileira de Teatro Transcendental serão apresentados nesta quinta-feira, a partir das 10 horas, no foyer do Theatro José de Alencar. Ali, vão estar dirigentes da Associação Estação da Luz, entidade promotora da mostra, e representantes da Autarquia Municipal de Trânsito, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Polícia Civil, Polícia Militar e Servis Segurança.

A oitava edição da Mostra Brasileira de Teatro Transcendental será realizada de 17 a 22 de agosto, com espetáculos no Theatro José de Alencar e em terminais de ônibus da capital, além de contar com apresentações em 10 municípios do interior do Ceará. O tema da edição 2010 da mostra é “Educação para a Paz”, com uma homenagem ao centenário de nascimento de Madre Tereza de Calcutá. O evento é uma promoção da Associação Estação da Luz.

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Vem aí a 8ª Mostra Brasileira do Teatro Transcendental

Nesta terça-feira, a partir das 8h30min, haverá entrevista coletiva para a divulgação da programação  da VIII Mostra Brasileira de Teatro Transcendental, que ocorrerá de 17 a 22 deste mês, no Theatro José de Alencar.

A coletiva ocorrerá na sede do Incor Criança, que fica na rua Edilson Brasil Soárez, 111, no Parque Manibura, com a presença de membros da organização do evento e dirigentes de entidades filantrópicas que, neste ano, serão beneficiadas com doações.

SERVIÇO

Os ingressos para a mostra já podem ser trocados por 2 kg de alimentos e um livro não didático nos shoppings Aldeota, Benfica, Iguatemi, North Shopping e Via Sul.

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O Natal das “Mães de Chico Xavier”

Em fase de edição o filme “As Mães de Chico Xavier”, dos diretores cearenses  Glauber Filho e Halder Gomes e que teve locações no Ceará. Segundo Glauber, a película entrará em cartaz em dezembro próximo em todo o Brasil, mas haverá pré-estreia em Fortaleza.

O filme é mais uma produção da ONG Estação da Luz comandada pelo empresário Luís Eduardo Girão. Conta a história de três mães que receberam cartas psicografadas por Chico Xavier.

(Foto – Paulo Moska)

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Semana Chico Xavier: a hora do teatro

Dentro da V Semana Chico Xavier, o teatro está contemplado com a apresentação da peça “Chico Xavier: A mão dos imortais”. O espetáculo será encenado grupo cearense Lema. A apresentação ocorrerá no próximo, às 18 horas, no Nadir Sabóia.

O espetáculo é baseado na obra literária “Parnaso do Além Túmulo”. A entrada para a peça é a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis.

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Filme baseado em livro psicografado por Chico Xavier com estreia marcada

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O livro Nosso Lar, psicografado pelo medium Chico Xavier, um dos nomes mais importantes do espiritismo no Brasil, virou filme e será lançado no circuito nacional no dia 3 de setembro. A informaçaõ é do empresário Luís Eduardo Girão, coordenador da ONG Estação da Luz, que já produziu Bezerra de Menezes  – o diário de um espírita.

Nosso Lar é considerado best-seller, com mais de dois milhões de cópias vendidas. A distribuição será da Fox Film do Brasil.

As cenas foram gravadas no Rio de Janeiro e Brasília, com as últimas cenas feitas em um sítio da zona oeste do Rio.  No elenco, estão Paulo Goulart, Othon Bastos, Ana Rosa, Werner Schunneman, Rosane Mulholand e Renato Prieto, ator que ficou em cartaz no teatro com a peça de mesmo nome, por mais de 10 anos.

LIVRO

Publicado originalmente em 1942 e traduzido para mais de 15 idiomas, Nosso Lar narra a trajetória de um médico pelo mundo espiritual até ser acolhido na cidade de mesmo nome do título, onde ele interage com espiritos de luz e observa suas práticas de cura.

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