Publicado: 14 de maio de 2011 às 12:05 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Brasil, Emprego, Política | 2 Comentários

“Os primeiros projetos de mudanças tributárias elaborados pelo governo da presidente Dilma Rousseff chegarão ao Congresso no próximo mês. O prazo foi dado ontem pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP). Segundo o petista, um dos temas a serem discutidos nesse primeiro pacote é a desoneração da folha de pagamento.
A estratégia da presidente Dilma é fazer uma reforma tributária “fatiada”, com o envio, aos poucos, de projetos de lei propondo mudanças pontuais.
— Se mandar a reforma de uma vez, não sai nada, como aconteceu nos governos anteriores. Vamos fazer por partes — disse o deputado Vaccarezza, que participou de um debate na Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio) sobre a agenda política do governo Dilma.
Vaccarezza disse que a expectativa do governo é começar a aprovar essas propostas ainda este ano.”
(Globo)
Publicado: 30 de março de 2011 às 14:26 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Brasil, Economia, Emprego | Sem Comentários
“A região Nordeste vem registrando avanço na oferta de emprego. Era comum a migração de nordestinos para o Sudeste, em busca de melhores oportunidades. Entretanto, esse movimento mudou. Segundo dados do Ministério do Trabalho, elaborados pela LCA Consultores, o Nordeste gerou 227,4 mil vagas em 2009, ante 203,6 mil em 2008. “No ano da crise, foi a única região que registrou aumento do número de postos de trabalho criados”, diz Fábio Romão, economista da LCA Consultores.
De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram gerados 2,13 milhões de postos de trabalho em 2010 em todo o País. O Nordeste passou dos 227,4 mil de 2009 para 382 mil vagas. Já o Sudeste, que teve uma diminuição de postos de trabalho em 2009 (de 840,3 mil para 466,2 mil), passou de 466,2 mil para 1,13 milhão no ano passado.
Romão afirma que apesar de a metade das vagas terem sido criadas no Sudeste, o Nordeste vem mostrando uma melhora significativa nos últimos anos. “Isso é reflexo da melhor distribuição de renda, do aumento de pessoas pertencentes às classes C e D e do acesso ao crédito.”
Segundo ele, o Nordeste enfrentou de forma mais positiva a crise financeira em 2009. “O Sudeste tem um maior número de empresas multinacionais. Com a crise internacional, a região acabou sentindo mais os efeitos”, acrescenta Romão.
Além disso, o número de pessoas que tem os ganhos salariais indexados ao salário mínimo é menor do que no Nordeste. Na média nacional, 30% das pessoas têm seus rendimentos indexados ao salário mínimo. No Nordeste, são quase 50%. “Nos últimos anos, houve importantes ganhos reais no salário mínimo. Se for feita uma média de 2004 a 2010, o reajuste foi cerca de 7%, um valor acima da inflação. Só em 2006, o reajuste foi de 12,9%. Com isso, aumentou a distribuição de renda e as oportunidades na região se dinamizaram.”
João Abadd, diretor de franquias da escola de cursos técnicos e profissionalizantes de informática Microcamp, acredita que o aumento das oportunidades no Nordeste se deve também às obras sociais realizadas nos últimos anos pelo governo. “Além disso, muitas empresas deixaram o eixo Sudeste – Sul e foram para o Nordeste, em função da maior oferta de mão de obra.”
Muitas empresas foram atraídas para o Nordeste por ser uma região onde o número de consumidores finais é muito grande. Segundo Abadd, quanto mais perto estão do consumidor final mais as companhias conseguem fixar um preço mais competitivo, tendo menor tempo de deslocamento e eliminando a limitação de carga.”
(Portal iG)
Publicado: 21 de janeiro de 2011 às 15:10 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Blogs O POVO, Ceará, Cidades, Emprego, Política | 1 Comentário

O ex-presidente da CUT do Ceará, Francisco de Assis Diniz, vai continuar à frente do Sine/IDT. Ele aceitou convite que lhe foi formulado pelo secretário do Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado, Evandro Leitão, que é filiado ao PDT.
Francisco de Assis promete reforçar o projeto Primeiro Emprego e expandir os postos de atendimento do Sine/IDT em todo o Estado. Ele é filiado ao Partido dos Trabalhadores.
Por questão burocrática, o nome dele será levado para apreciaçao do Conselho de Administração do órgão. Diniz responde pela presidência do Sine/IDT desde fevereiro de 2007.
Publicado: 16 de janeiro de 2011 às 8:38 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Brasil, Emprego | 3 Comentários
“Os beneficiários do Bolsa Família passam menos tempo no emprego e, quando o perdem, demoram mais para encontrar nova vaga com carteira assinada. É o que mostra pesquisa encomendada pelo Ministério do Desenvolvimento Social, numa indicação de que será longo e complicado o caminho para que os beneficiários da transferência de renda do governo abram mão dos pagamentos mensais do Bolsa Família e encontrem a chamada “porta de saída” do programa.
As primeiras sondagens sobre a relação do público do Bolsa Família com o mercado de trabalho feitas após sete anos de vida do programa mostram que a maioria dos empregos não tem registro em carteira. Entre os beneficiários ocupados, 75,2% não têm cobertura da Previdência Social, calcula o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na população economicamente ativa do País, o porcentual é de 49,8%.
“A inserção dos beneficiários do Bolsa Família no mercado formal, quando existe, é bastante precária. Menos de um ano depois da contratação, metade dos beneficiários é desligada, 30% perderão seus empregos em menos de seis meses. Fora do mercado de trabalho, menos de 25% são recontratados nos quatro anos seguintes”, resume estudo de Alexandre Leichsenring, doutor em estatística e consultor do Ministério do Desenvolvimento Social.
Leichsering pesquisou o comportamento dos beneficiários do Bolsa Família durante quatro anos, de 2003 a 2007, nos registros de emprego do Ministério do Trabalho. A pesquisa identificou entre os beneficiários taxas de admissão menores no mercado formal de trabalho, combinadas com taxas mais elevadas de desligamento do emprego.
A comparação teve como base as demais pessoas com renda até meio salário mínimo inscritas no Cadastro Único do governo: ou seja, pessoas pobres, mas não tão pobres quanto os beneficiários do programa. Durante o período pesquisado, cresceu a participação dos pobres no mercado de trabalho nos dois grupos analisados, anota o estatístico. A passagem pelo emprego é mais rápida entre os beneficiários com menos tempo de estudo e nas Regiões Sudeste, Norte e Centro Oeste, afirma o estudo Precariedade Laboral e o Programa Bolsa Família.
O modelo matemático não permite avaliar o impacto dos benefícios na dinâmica do mercado de trabalho, avisa Leichsenring. “A impressão que me dá é que as condições sociais piores dos beneficiários são a causa das dificuldades maiores de participação no mercado”, diz.
Os dados ajudam a entender por que tão poucos beneficiários do Bolsa Família devolveram voluntariamente os cartões de pagamento nos primeiros sete anos do programa, dos quais o Ministério do Desenvolvimento Social não guarda registros atualizados. A entrega do cartão significaria a emancipação dos repasses mensais entre R$ 22 e R$ 200 pagos às famílias com renda individual de seus integrantes de até R$ 140 por mês.
Por complicada, a chamada “porta de saída” do programa foi colocada em segundo plano durante o governo Lula e voltou com ênfase diferente à agenda do Bolsa Família no discurso de posse da ministra Tereza Campello. “Certamente, o maior desafio continua sendo a inclusão produtiva, a geração de oportunidades de geração de emprego e renda”, disse a ministra. “A gente quer que as famílias possam deixar de precisar do benefício.”
A inclusão produtiva é prioridade no recém-anunciado PAC da Pobreza, cujas medidas ainda estão em estudo. “Teremos abordagens diferentes para pobrezas diferentes. A pobreza é muito heterogênea, e o tempo de resposta também vai variar”, pondera Rômulo Paes, secretário-executivo do ministério.
Mais de um entre cinco brasileiros estão alistados hoje entre os beneficiários do Bolsa Família. As regras do programa não fixam tempo máximo de acesso das famílias aos pagamentos, diferentemente de programas semelhantes na América Latina, nem excluem automaticamente o beneficiário que melhora sua renda. No Bolsa Família, a checagem dos limites de renda ocorre a cada dois anos. “Essa regra tem funcionado bem”, avalia Paes.”
(Estadão)
Publicado: 4 de dezembro de 2010 às 10:03 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Brasil, Ceará, Emprego, Universidade | Sem Comentários
“A Universidade Federal do Ceará fecha 2010 mostrando prestígio. Segundo o pró-reitor de Extensão da Instituição, Antônio Salvador, a UFC acertou, com o Ministério do Trabalho e Emprego, e será a responsável pelo monitoramento dos dados técnicos e de toda a estatística relacionada ao programa Seguro-Desemprego no País. Essa tarefa estava sob a responsabilidade da UnB que, no entanto, não conseguiu renovar contrato.
“A partir de 2011, a UFC fará esse trabalho que terá sede aqui. Vamos divulgar dados nacionais”, comemora o pró-retor.
Eis mais uma prova de que essa universidade sempre foi uma fábrica de formar bons técnico. Em todos os sentidos.”
(Coluna Vertical, do O POVO)
Publicado: 9 de novembro de 2010 às 11:26 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Ceará, Concursos, Emprego | Sem Comentários
A Ambev está selecionando universitários até o próximo dia 15. Quer alunos do penúltimo ou último ano da graduação e que falem inglês fluentemente. Os estudantes que preencherem os pré-requisitos serão convocados para a realização de provas específicas de Português, Língua Inglesa e Raciocínio Lógico.
Os aprovados ainda passarão por dinâmica em grupo e entrevista individual. A preferência é por quem está cursando Administração, Engenharias, Ciências Contábeis e Economia.
SERVIÇO
* A inscrição está disponível no site (http://www.estagioambev.com.br/).
Publicado: 21 de julho de 2010 às 14:22 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Brasil, Economia, Emprego | 1 Comentário

“As padarias brasileiras têm vagas para 10 mil padeiros. Além de fazer diversos tipos de pães, os interessados nesses empregos, cujos salários giram em torno de R$ 3 mil, precisam reunir qualidades gerenciais como planejamento, organização, disciplina e interação com a administração da panificadora. “O profissional que cuida dos fornos precisa entender qual o produto tem mais saída e inovar”, afirma Giovani Mendonça, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip).
Segundo ele, nos últimos quatro anos, as panificadoras brasileiras contrataram 100 mil profissionais, entre padeiros, confeiteiros, ajudantes de cozinha, atendentes e gerentes de loja. Mas faltam profissionais qualificados para assumir vagas nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. Mendonça lembra que, recentemente, uma padaria de Brasília adiou a inauguração por quatro meses porque não tinha um bom padeiro.
“O mercado está aquecido”, afirma Ronio Ross, superintendente da Escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) em Divinópolis, em Minas Gerais, que forma profissionais para indústria de alimentos. Ele ressalta que não há mais espaço para improviso neste segmento, e a concorrência obriga o empresário a ter maior critério na seleção dos padeiros. Assim, ganham os clientes, que encontram produtos de maior qualidade no mercado.
Nas escolas do SENAI, a formação de um profissional com os requisitos exigidos pelo mercado leva em torno de um ano e meio. Neste tempo, ele aprende a fazer pães, biscoitos, bolos, doces, tortas, sorvetes e outros produtos de panificação e confeitaria. Também é preparado para atuar no planejamento, coordenação, orientação e controle de ações relacionadas ao fluxo de materiais e processos de produção. O curso técnico no SENAI tem uma duração média de 850 horas, além de 300 horas de estágio supervisionado em empresas. Em 2009, os cursos de panificação e confeitaria do SENAI receberam um total de 20.556 matrículas no Brasil.”
(Site da CNI)
Publicado: 3 de julho de 2010 às 20:02 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Brasil, Emprego | Sem Comentários
“O Brasil deverá abrir 15 mil vagas temporárias formais terceirizadas em julho de 2010 por conta do período de férias escolares. A estimativa é da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário (Asserttem) e supera em 3 mil (25%) o número de vagas criadas no mesmo mês do ano passado.
Das 15 mil vagas que serão abertas, prevê a entidade, o setor de entretenimento e lazer (parques temáticos, clubes, pousadas, restaurantes, bares, hotéis) será responsável por 10,5 mil. Indústria e comércio abrirão 4,5 mil.
De acordo com a diretora da Asserttem, Jismalia Oliveira Alves, o aumento do número de vagas temporárias terceirizadas é resultado da recuperação econômica do país pós-crise econômica. Segundo ela, o destaque para o setor de entretenimento e lazer pode ser explicado pela maior procura das famílias por diversão, no mês de férias.
“Esse desempenho dos setor de entretenimento e lazer é específico para época de férias. No Natal, por exemplo, o comércio tem a demanda maior. Na Páscoa, é a indústria e o comércio”, afirma ela.
Segundo levantamento da entidade, aproximadamente uma a cada três pessoas empregadas temporariamente será efetivada. A Asserttem ressalta que, em julho, os empregos temporários serão o primeiro emprego de 3,4 mil pessoas.”
(Agência Brasil)
Publicado: 17 de maio de 2010 às 21:10 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Brasil, Economia, Emprego | Sem Comentários
“O mês de abril terminou com a abertura de 305 mil postos de emprego com carteira assinada – um novo recorde para um quarto mês do ano na série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que tem início em 1992. O dado foi divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Trabalho. O recorde anterior para meses de abril havia sido registrado em 2007, com a abertura de 301,9 mil postos de trabalho com carteira assinada.
Em abril de 2009, foram abertos 106,2 mil empregos com carteira assinada. Além de ser o melhor abril, o mês passado também representou o segundo melhor resultado, para todos os meses, da série histórica. O atual recorde ainda permanece sendo em junho de 2008, quando foram criadas 309,44 mil vagas.
Reposição de vagas
“Penso que houve muita contenção no ano passado e isso está fazendo com que, além do crescimento natural que o Brasil tinha, está começando a haver reposição. Há muita reposição de emprego nisso”, avaliou o ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
Afirmou ainda que o Brasil parar de ter “complexo de inferioridade”. “A infraestrutura chinesa é muito mais deficiente. Há muito mais miséria e muito mais necessidade do que no Brasil. O Brasil tem de continuar investindo em infraestrutura e em setores estratégicos, como saneamento e transporte. O Brasil está no caminho certo de ganho de salário real”, acrescentou o ministro.”
(Portal G1)
Publicado: 24 de março de 2010 às 6:02 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Cidadania, Economia, Emprego | Sem Comentários

“A Câmara dos Deutados analisa o PL 6.851/10, do senador Paulo Paim (PT/RS), que torna obrigatório o pagamento integral do vale-transporte pelo empregador. Pela legislação atual (Lei 7.418/85), o empregador pode descontar até 6% do salário básico de seus empregados como participação nos gastos com transporte.
O projeto modifica essa lei para atribuir os custos exclusivamente ao contratante. Paim destaca que a legislação tem regras confusas sobre a participação do trabalhador. Ele argumenta que, em alguns casos, quando o salário é um pouco maior, o valor do vale-transporte pode ser descontado integralmente do salário do empregado. Para ele, a proposta confere tratamento isonômico ao benefício.
O projeto, que tramita em caráter terminativo, será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.”
(Agência Cãmara)
Publicado: 8 de março de 2010 às 12:20 | Autor: Eliomar de Lima | Categoria(s): Emprego, Mulheres | 1 Comentário
O Instituto Unicred lançará, às 14 horas desta segunda-feira, no Centro Social Comunitário Virgílio Távora, no bairro Pirambu, o projeto “Com o futuro nas mãos”.
O objetivo, aproveitando este Dia Internacional da Mulher, é levar capacitação para as mulheres daquela área de Fortaleza por meio de cursos profissionalizantes. Serão formadas manicures e pedicures, com direito a umkit completo para começar logo a trabalhar.
A Unicred desenvolverá esse tipo de projeto em 15 bairros da Regional I, da Prefeitura de Fortaleza, até sexta-feira.
SERVIÇO
- Centro Comunitário Virgilio Távora – Avenida Monsenhor Hélio Campos, sem número. Em frente ao quartel.
- Fone 3425 3487