PV do Nordeste faz ato pró-Dilma

 

Todos os presidentes regionais do Partido Verde do Nordeste vão estar reunidos, a partir das 11 horas desta quarta-feira, no Hotel Nacional, em Brasília. Na ocasião, segundo o dirigente estadual do PV e coordenador-geral da campanha pró-Dilma na região, Marcelo Silva, o objetivo é anunciar apoio em bloco à petista.

O ato ocorre um dia depois de Fernando Gabeira, que disputou pelo PV o Governo do Rio, ter aderido à candidatura do tucano José Serra.

Macelo Silva disse que o ato é para mostrar que a grande maioria dos verdes quer e está com Dilma por “acredita no projeto do Governo Lula”.

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Marina, morena, você se picou…

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Dilma não deve vir ao Ceará

‘O governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), afirmou ontem que é “pouco provável” uma visita de Dilma Rousseff ao Estado neste segundo turno. Segundo Cid, ela só vai “onde a eleição está mais apertada”. O governador comandou, na noite de ontem, reunião da campanha petista em Fortaleza.

Pouco antes, Cid esteve em Brasília, onde participou de reunião sobre as obras da ferrovia Transnordestina, comandada pelo presidente Lula (PT). Na ocasião, Lula teria afirmado a Cid sua vontade de vir ao Ceará neste segundo turno, mas a visita também não foi confirmada.

O que já está certo é a visita do presidente no dia 10 de dezembro, para conferir o trecho da Transnordestina que liga Missão Velha a Salgueiro.

Outra vez, a prefeita Luizianne Lins (PT) esteve ausente da reunião liderada por Cid com a base aliada de Dilma no Ceará. Cid negou qualquer mal-estar com a prefeita. “Comigo não tem nenhum mal-estar, não.”

(O POVO)

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Cid convoca sindicalistas para a campanha pró-Dilma Rousseff

O governador Cid Gomes (PSB) vai se reunir, às 9 horas desta quarta-feira, no Comitê Central, em Fortaleza, com sindicalitas. O objetivo é discutir formas de mobilização em favor da campanha da petista Dilma Rousseff. O encontro contará ainda com a participaçao de deputados estaduais e federais eleitos e reeleitos e dos senadores eleitos José Pimentel (PT) e Eunício Oliveira (PMDB).

Cid iniciou a semana reunindo prefeitos também dentro de sua meta de garantir para Dilma um parcentual de votos bem maior do que os 66% alcançados no primeiro turno. O governador quer 80%.

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Presidente nacional do PSDB questiona resultado de pesquisa Vox Populi

O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), questionou nesta terça-feira a pesquisa Vox Populi que aponta a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com vantagem de 12 pontos sobre José Serra (PSDB). “É sem vergonha”, disse Guerra a jornalistas, referindo-se à pesquisa.

Segundo o dirigente, o instituto Vox Populi vem errando suas previsões desde o primeiro turno. “O Vox Populi não acertou nada. Enganou os brasileiros. Procurou interferir na vontade deles. Se ficarmos calados diante de fatos como esses, quero dizer a vocês que a nossa democracia não está bem protegida”, reiterou. Coordenador da campanha tucana, Guerra adiantou, no entanto, que a coligação que apoia Serra não vai ingressar com demandas na Justiça contra a pesquisa. Pelo Vox Populi, Dilma tem 51% das intenções de voto, contra 39% de Serra. Considerando apenas os votos válidos (sem nulos, brancos e indecisos), a petista tem 57%, contra 43% de Serra.

Guerra também não poupou de críticas o dirigente do Vox Populi, Marcos Coimbra. “A gente vai ganhar esta eleição. O Marcos Coimbra não vai eleger o presidente da República. Ele não é o povo, quem vai eleger o presidente da República é o povo brasileiro”, disse, apontando que o instituto também faz pesquisas sob encomenda para o PT.

Procurado, o instituto Vox Populi não tinha um porta-voz disponível. Pesquisas divulgadas na semana passada também apontaram vantagem para Dilma, em patamar menor. O Sensus indicou os dois candidatos no limite do empate técnico, com Dilma aparecendo com 46,8% das intenções de voto, contra 42,7% de Serra. O Ibope trouxe placar de 49% a 43% e o Datafolha, de 47% a 41%.

(Folha.com)

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Jornal continua sem acesso ao processo contra Dilma

“Por 9 votos a 2, os ministros do Superior Tribunal Militar (STM) decidiram nesta terça-feira (19) suspender por três sessões ordinárias o julgamento do pedido do jornal “Folha de S.Paulo” para ter acesso ao processo que, durante a ditadura militar, levou à prisão Dilma Rousseff, atual candidata do PT à Presidência da República.

O julgamento foi interrompido por um pedido de vista protocolado nesta segunda-feira (18) pela Advocacia Geral da União (AGU). Segundo o coordenador de Assuntos Militares da AGU, Maurício Muriack, a União deveria ter sido citada na ação.

“A AGU não foi intimada, o que leva a um vício do devido processo legal. Não se trata aqui de um formalismo. Está se falando de uma formalidade essencial. Essa é uma prerrogativa legal da União, da qual ela não pode abrir mão”, afirmou Muriack.

O pedido questiona decisão do presidente do STM, Carlos Alberto Marques Soares, que impediu o jornal de ter acesso aos documentos. A decisão sobre o caso foi adiada no último dia 5 de outubro pelo pedido de vista da ministra Maria Elisabeth Rocha.”

(Agência Estado)

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Os Desafios do Novo Congresso

“Ano de eleição é ano de adiamento dos embates no Poder Legislativo. Boa parte das discussões e dos projetos iniciados este ano, especialmente os mais polêmicos, ficaram para ser concluídos em 2011. Vão se somar à nova agenda proposta pelo próximo governo. Assim, não serão poucos os desafios e pendências da sessão legislativa a ser iniciada em 1º de fevereiro. A legislação relativa à exploração da reforma do pré-sal. O novo Código Florestal. O fim da votação da PEC que determina o piso salarial dos policiais militares e bombeiros. A reforma política. Esses são alguns dos temas espinhosos herdados da atual legislatura que estarão na agenda dos próximos deputados e senadores.
 
Ainda este ano, antes da posse dos novos parlamentares, após o segundo turno, os deputados e senadores voltarão a enfrentar um dos mais fortes lobbies que o Congresso viu nos últimos anos: o dos profissionais de segurança pública em torno da PEC 300, que fixa o piso para os agentes da segurança pública e da defesa civil. À PEC 300, vai se somar a discussão da PEC 308, que cria a polícia penitenciária, entre outras disposições. Polêmica, a PEC 300 tramita na Câmara desde o início do ano. Sua maior dificuldade é que os policiais e bombeiros pressionaram para estabelecer valores para o piso: R$ 3,5 mil para praças e agentes e R$ 7 mil para delegados e oficiais de polícia. Uma situação que oneraria imensamente os orçamentos da maior parte dos estados. Sem conseguir negociar uma saída, os deputados adiaram a discussão o quanto puderam este ano. O texto-base da PEC 300 foi aprovado em primeiro turno em julho, mas, desde então, nada aconteceu. No último esforço concentrado, durante o período eleitoral, o pesado lobby dos policiais perdeu a paciência com os adiamentos.

Já no Senado, o esforço concentrado só levou à aprovação de quatro medidas provisórias e um projeto de resolução, embora quase a totalidade dos 81 senadores tenham comparecido à Casa para analisar a pauta de votações. Pauta que, aliás, precisa de avanço: 108 proposições estão à espera de deliberação (excluindo-se as que tramitam nas diversas comissões temáticas).

Pré-sal

Outro tema que tem chance de ser retomado ainda este ano é o conjunto de propostas do governo para a exploração de petróleo na camada submarina do pré-sal. Como a perspectiva é de um volume imensamente superior de petróleo no pré-sal, o governo quer estabelecer um novo regime de exploração, baseado no fato de que os riscos de insucesso do explorador seriam muitos menores. Com isso, propõe-se uma alteração no sistema de partilha da produção, adotando um modelo semelhante ao que é usado em países como Arábia Saudita, Irã e Venezuela.
 
Pelo sistema, a Petrobras será a operadora de todas as jazidas exploradas. Mesmo onde houver contratos com outras empresas, a Petrobras terá uma fatia mínima de 30% em cada bloco. Foi para permitir à Petrobras esse aumento da capacidade de operação que o governo realizou há duas semanas uma operação de aumento de capital da empresa junto ao mercado. Uma nova estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia será criada para realizar e autorizar as licitações para a exploração do petróleo. Os recursos obtidos com a exploração do petróleo na camada comporão um fundo social, que financiará investimentos em áreas como educação, inovação científica e tecnológica e combate à pobreza.

O ponto mais complicado é a distribuição dos royalties pela exploração. Hoje, os estados que concentram a maior parte dos poços de petróleo, como Rio de Janeiro e Espírito Santo, recebem um volume maior de recursos. A discussão no Congresso alterou essa lógica. Na Câmara, emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) estabeleceu uma distribuição nacional desses recursos. No Senado, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) tornou essa distribuição equitativa dos recursos ainda mais nacional. O governador Sérgio Cabral, do PMDB, chegou este ano a fazer uma passeata de protesto no Rio contra a mudança. Com as modificações feitas por Simon, o assunto terá de ser novamente apreciado pela Câmara.

Menu legislativo
 
Segundo o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), ainda há muito a ser feito nos três últimos meses deste ano além da obrigação de aprovar o orçamento do ano que vem. “Vamos ter de escolher alguns temas para aprovar ainda neste ano. Não temos nenhum tema concluído sobre consolidação de leis, por exemplo. Vamos ter de resolver a Emenda 29, tem o segundo turno da PEC 300”, emendou o deputado petista.

Em relação à PEC 300, o impasse tem a ver com a fonte de custeio dos repasses implicados na fixação do piso salarial para as classes trabalhistas. “Tem que ver quem vai pagar a conta”, resignou-se o deputado, destacando a necessidade de discussão entre o Executivo federal e os governadores – a quem caberia, a princípio, o ônus da aprovação da proposta. 
 
Já a Emenda Constitucional nº 29 estabelece que a União deve aplicar em ações e serviços públicos de saúde, anualmente, valor igual ou superior a 10% de suas receitas correntes brutas.Os estados ficam responsáveis por aplicar 12% da arrecadação de impostos, enquanto os municípios devem concentrar montante igual ou superior a 15% da arrecadação de impostos. A eventual aprovação da matéria causará gasto adicional de cerca de R$ 24 bilhões para o setor da saúde, em quatro anos.

Para o cientista político Paulo Kramer, o problema da não aprovação da emenda vai além da falta de empenho governista – cuja maioria no Congresso serviria para impedir o êxito de matérias não convenientes para o Executivo – ou da obstrução oposicionista. “O que dificulta essas medidas não é o fato de o Congresso estar dominado por coalizões partidárias. Isso se deve ao fato de a situação fiscal não ser muito folgada. O Estado arrecada muito, mas gasta muito com despesas de custeio com a própria máquina, em detrimento dos investimentos em áreas como educação, saúde, segurança pública”, declarou o acadêmico.
 
Além das pautas pendentes, a legislatura a ser iniciada em 2011 reserva alguns desafios que merecem destaque. Os parlamentares terão que aprovar a legislação relativa à realização da Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016. Há situações exigidas pelos organizadores que implicam isenção fiscal e outras situações que só podem ser alteradas por lei. Além disso, a agenda proposta pelo próximo presidente deve incluir reformas nas ordens política, tributária, previdenciária, trabalhista e eleitoral.

(Congresso em Foco)

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Deputado cidista: Lúcio Alcântara é “incoerente”

O deputado estadual Sineval Roque (PSB) qualificou o ex-governador e presidente regional do PR, Lúcio Alcântara, de “incoerente” por ter apoiado a candidatura da petista Dilma Rousseff à presidência da República no primeiro turno e ter anunciado agora voto pró-tucano José Serra. “O doutor Lúcio agiu com incoerência”, reiterou o parlamentar.

Roque avaliou que se Lúcio apostava no projeto de Dilma, tinha que continuar fazendo essa aposta. Para ele, pegou mal o ex-governador mudar por questão pessoal, o que não combina com a imagem de quem sempre atuou levando em conta os interesses da coletividade.

Sineval disse estar convicto na vitória de Dilma contra Serra “porque o governo Lula olhou para os pobres deste País e, em especial, do Nordeste”.

Quanto à decisão do Partido Verde de apoiar Dilma Rousseff no Ceará, considerou normal. “Não surpreende porque, conforme destacou, o PV cearense sempre foi parceiro do Governo Cid Gomes.

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No rádio, Dilma lembra Paulo Preto e Serra fala em habitação

“O caso Paulo Preto foi novamente lembrado pelo programa da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff, durante o horário eleitoral gratuito veiculado no rádio na manhã desta terça-feira (19). Já a propaganda de José Serra (PSDB) focou as realizações e as propostas do tucano para a área da habitação.

De acordo com os locutores serristas, “o governo da Dilma diz que fez muito, mas na verdade planejou mal e a coisa está andando devagar na habitação”. A inserção destacou as ações do candidato como governador de São Paulo, entre elas a entrega de 60 mil casas populares e mais 60 mil que estão em construção. Serra falou sobre seu programa habitacional. “Nós vamos transformar as favelas das grandes cidades em bairros e construir casas em todas as regiões do Brasil. Eu sei que esse é um sonho que está no seu coração. De pisar naquele pedaço de chão e dizer com orgulho: essa casinha é minha, da minha família, dos meus filhos. E é para realizar este sonho que eu quero ser seu presidente”, disse.

A propaganda voltou a falar sobre a continuidade que o tucano pretende dar aos programas já existentes do governo federal, como o Bolsa Família. Os apresentadores disseram ainda que os brasileiros devem “votar no futuro sem risco”, escolhendo o candidato “mais seguro, o que é independente e o que já fez”. Os personagens petistas iniciaram o programa de Dilma Rousseff perguntando até onde vai a hipocrisia da campanha tucana. O caso do ex-diretor da Dersa e um dos principais assessores de Serra, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, foi lembrado mais uma vez. Ele é acusado de desviar R$ 4 milhões doados para um suposto caixa dois da campanha de Serra, que, inicialmente, teria dito que não o conhecia. “Mas tem foto deles dois juntos”, disse um dos locutores.

A participação de Dilma no debate RedeTV!Folha, ocorrido no domingo (17), foi utilizada durante a inserção que comparou ainda as realizações dos governos Lula e FHC. “Geração de empregos: com FHC e Serra foram apenas cinco milhões. Com Lula e Dilma já são mais de 14,5 milhões de empregos; Dívida com o FMI: com FHC e Serra divida de US$ 20 milhões, com Lula e Dilma, divida zerada”, entre outras.

A candidata prometeu ainda a continuidade de grandes obras em andamento no País, como a construção das ferrovias Transnordestina e Norte e Sul; a duplicação da BR-101; a construção do Arco Rodoviário do Rio de Janeiro e a modernização do Porto de Santos. Parte das considerações finais de Dilma no último debate foi repetida no programa. “Tenho a honra de ser apoiada e de estar no mesmo projeto do maior presidente da República que esse Brasil já teve, que é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Quero dizer que assim como em 2002 a esperança venceu o medo, agora a esperança e o amor vão vencer o ódio”, afirmou.”

(Portal Terra)

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Cai, cai balão…

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Qual o futuro do PT?

Eis artigo da jornalista Lúcia Hipólito, da Rede CBN, intitulado “O Futuro do PT”. Confira: 

O PT nasceu de cesariana, há 29 anos. O pai foi o movimento sindical, e a mãe, a Igreja Católica, através das Comunidades Eclesiais de Base. Os orgulhosos padrinhos foram, primeiro, o general Golbery do Couto e Silva, que viu dar certo seu projeto de dividir a oposição brasileira. Da árvore frondosa do MDB nasceram o PMDB, o PDT, o PTB e o PT… Foi um dos únicos projetos bem-sucedidos do desastrado estrategista que foi o general Golbery.

Outros orgulhosos padrinhos foram os intelectuais, basicamente paulistas e cariocas, felizes de poder participar do crescimento e um partido puro, nascido na mais nobre das classes sociais, segundo eles: o proletariado.

O PT cresceu como criança mimada, manhosa, voluntariosa e birrenta. Não gostava do capitalismo, preferia o socialismo. Era revolucionário. Dizia que não queria chegar ao poder, mas denunciar os erros das elites brasileiras.

O PT lançava e elegia candidatos, mas não “dançava conforme a música”. Não fazia acordos, não participava de coalizões, não gostava de alianças. Era uma gente pura, ética, que não se misturava com picaretas.

O PT entrou na juventude como muitos outros jovens: mimado, chato e brigando com o mundo adulto. Mas nos estados, o partido começava a ganhar prefeituras e governos, fruto de alianças, conversas e conchavos. E assim os petistas passaram a se relacionar com empresários, empreiteiros, banqueiros. Tudo muito chique, conforme o figurino..

E em 2002 o PT ingressou finalmente na maioridade. Ganhou a presidência da República. Para isso, teve que se livrar de antigos companheiros, amizades problemáticas. Teve que abrir mão de
convicções, amigos de fé, irmãos camaradas.

A primeira desilusão se deu entre intelectuais. Gente da mais alta estirpe, como Francisco de Oliveira, Leandro Konder e Carlos Nelson Coutinho se afastou do partido, seguida de um grupo liderado por Plinio de Arruda Sampaio Junior.

Em seguida, foi a vez da esquerda. A expulsão de Heloisa Helena em 2004 levou junto Luciana Genro e Chico Alencar, entre outros, que fundaram o PSOL. Os militantes ligados a Igreja Católica também começaram a se afastar, primeiro aqueles ligados ao deputado Chico Alencar, em seguida, Frei Betto.

E agora, bem mais recentemente, o senador Flávio Arns, de fortíssimas
ligações familiares com a Igreja Católica. Os ambientalistas, por sua vez, começam a se retirar a partir do desligamento da senadora Marina Silva do partido. Afinal, quem do grupo fundador ficará no PT? Os sindicalistas.

Por isso é que se diz que o PT está cada vez mais parecido com o velho PTB de antes de 64. Controlado pelos pelegos, todos aboletados nos ministérios, nas diretorias e nos conselhos das estatais, sempre nas proximidades do presidente da República. Recebendo polpudos salários, mantendo relações delicadas com o empresariado. Cavando benefícios para os seus. Aliando-se ao coronelismo mais arcaico, o novo PT não vai desaparecer, porque está fortemente enraizado na administração pública dos estados e municípios. Além do governo federal, naturalmente.
É o triunfo da pelegada.

Lucia Hippolito,

Jornalista e analista política da Rede CBN.

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Lula: Políticos têm que perde o medo da imprensa

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que não haverá liberdade de imprensa no Brasil “enquanto a classe política não perder o medo da imprensa”. Lula fez ainda críticas veladas ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso -que na última semana desferiu ataques à participação de Lula nas eleições.

O petista chamou ainda de “leilão de benefícios” as promessas do tucano José Serra, adversário da petista Dilma Rousseff na corrida pelo Planalto, dizendo que “é fácil prometer em eleição”.
Lula participou de premiação da revista “Carta Capital”. O discurso do diretor de Redação da publicação, Mino Carta, em defesa do governo e atacando outros veículos de comunicação, foi o ponto de partida para a nova crítica de Lula à imprensa.

“Ontem uma revista da CUT foi proibida de circular neste país porque trazia a fotografia da candidata Dilma na capa”, disse o presidente. Em seguida, citou a capa de uma revista, que não citou o nome, mas cuja foto de capa seria “um acinte à democracia”. “No fundo, no fundo, todo mundo sabe da hipocrisia que reina neste país”, disse o petista.

O presidente afirmou também que tem “orgulho de nunca ter precisado almoçar num jornal, numa revista ou numa televisão”. “Faço isso por independência [...] A única coisa que eu quero é que digam a verdade e somente a verdade. Contra ou a favor.” No início do discurso, Lula havia falado que precisava ser “comedido” por estar falando como a “instituição presidente da República”.

Em seguida, afirmou que, ao deixar a Presidência, poderá falar o “que quiser”. “Ex-presidente da República é como vaso chinês [...] Não tem utilidade nenhuma [...] Realmente não vale nada um ex-presidente. Ele valeria se ficasse quieto e deixasse o futuro presidente governar.”

(Folha)

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Cid terá audiência com Lula para tratar de projetos e da vinda de Dilma ao Ceará

“O governador Cid Gomes (PSB) se reúne hoje de manhã, no Palácio do Planalto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na pauta oficial, uma avaliação das obras da ferrovia Transnordestina. Também estarão presentes os governadores de Pernambuco, Eduardo Campos, e do Piauí, Wilson Martins. Todos os três são filiados ao PSB.

Mas o segundo turno da eleição presidencial também deverá entrar na agenda. Conforme o governador cearense disse na manhã do último sábado, ele irá tratar com o presidente, também hoje, acerca de uma visita da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff. O próprio Lula também pode visitar o Estado, na reta final da campanha.

“Ela (Dilma) me disse que quer vir. E o Lula também quer vir. Estou indo terça-feira lá (para Brasília) conversar com o presidente Lula. Vamos ver se a gente fecha a agenda”, afirmou o governador, no último sábado, conforme publicou O POVO no domingo.

No primeiro turno da eleição, Dilma visitou o Ceará apenas uma vez, em visita-relâmpago para gravar trechos do horário eleitoral. Na ocasião, não fez nenhum ato público de campanha.”

(O POVO)

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Marina grava para o Programa do Jô, que torce por ela em 2014

“A senadora Marina Silva (PV-AC) é a entrevistada do Programa do Jô, da Rede Globo, que vai ao ar na noite desta segunda-feira(18) após o Jornal da Globo. Ela falou basicamente das histórias narradas em “Marina – A vida por uma causa”, livro de reportagem biográfica escrito pela jornalista Marília de Camargo César. A entrevista, gravada no final da tarde desta segunda, aconteceu no mesmo dia em que completa 16 anos que Marina foi entrevistada pela primeira vez pelo apresentador, quando Jô ainda era do SBT.
Foi a quinta vez que Jô Soares entrevistou Marina Silva. Ela disse que havia gente tentando “folclorizar” o mandato dela quando foi eleita no Acre pela primeira vez, aos 36 anos, se tornando a na senadora mais jovem da história do País. A senadora não citou o nome, mas o fato envolveu o jornalista Boris Casoy, que criticou na TV o fato de o povo acreano ter eleito uma ex-seringueira para o Senado. Marina disse que depois da primeira entrevista a Jô Soares o Brasil “passou a me ver com muito respeito”.
Embora o site do Programa do Jô tenha anunciado que a ex-candidata à presidência da República pelo PV iria falar sobre sua expressiva votação no primeiro turno e suas expectativas para o segundo, não se falou em política. O apresentador argumentou que se fizesse isso ficaria desigual para os dois candidatos que disputam o segundo turno. ”Espero que a próxima será quando você for eleita presidente da República”, afirmou Jô Soares no final do programa, ao corrigir que era a quinta e não a quarta vez que entrevistava Marina Silva.”
(Portal Terra)
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2º Turno – Mais de 130 prefeitos atendem convocação de Cid Gomes pró-Dilma Rousseff

Mais de 130 prefeitos compareceram à reunião que o governador reeleito Cid Gomes (PSB) comandou, nesta noite de segunda-feira, no Hotel Praia Centro, com o objetivo de reforçar a campanha pró-Dilma Rousseff (PT) no Estado. Ao lado de Cid, o seu vice eleito, Domingos Filho (PMDB), o senador eleito José Pimentel (PT) e 30 deputados federais e estaduais eleitos e reeleitos.

Cid Gomes conclamou a todos que promovam eventos como adesivaços, carreatas e caminhadas em seus municípios para reforçar a votação obtida por Dilma. No primeiro turno, a candidata conseguiu 66% dos votos. A meta é chegar a 80%, conforme o governador.

Ficou acertado ainda que nesta sexta e sábado ocorrerão seis grandes encontros regionais de mobilização. Na sexta, haverá eventos em Limoeiro do Note, às 9 horas; no Crato, às 14 horas; e em Iguatu, às 18 horas. Já no sábado, atos em Guaramiranga, às 9 horas; em Crateús, às 16 horas, e um outro, a partir das 19 horas, em Sobral.

DETALHE – Todos os prefeitos sairam do evento levando material de campanha da petista.

DETALHE 2 – A organização do evento garantiu que compareceram também prefeitos do PSDB, do senador Tasso Jereissati, e do PR, do ex-governador Lúcio Alcântara, mas não divulgou oficialmente a lista dos presentes.

DETALHE 3 – Ciro Gomes não compareceu ao encontro. Segundo a organização, ele se encontrava em Brasília.

DETALHE 4 – A prefeita Luizainne Lins (PT) não compareceu ao evento. Ela integra agora, segundo a assessoria petista, a cordenação nacional da campanha pró-Dilma.

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JN faz sabatina com Dilma que usa Paulo Preto para se defender no Caso Erenice

Imagem de Amostra do You Tube
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Gabeira e Feldmann, do PV, apoiam Serra

“Um dia após a senadora Marina Silva e o PV declararem “independência” no segundo turno da eleição presidencial, membros do partido declararam apoio nesta segunda-feira (18) à candidatura de José Serra (PSDB). O apoio foi declarado em ato na cidade de São Paulo e encabeçado por Fabio Feldmann e Fernando Gabeira, ex-candidatos do PV aos governos de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente. Em discurso, Serra classificou a aliança como “programática” e enumerou ações na área ambiental de suas gestões na Prefeitura de São Paulo e no governo paulista. “O meio ambiente é importante e compatível com o crescimento. Mas mesmo se não fosse, eu seria ambientalista”, disse.

Alem de Feldmann, Serra e Gabeira, o ato, realizado na casa que abrigou o comitê de Feldmann, reuniu Fernando Henrique Cardoso, Gilberto Kassab, Aloysio Nunes Ferreira, Geraldo Alckmin e outros políticos tucanos e verdes. Em intervenção no ato, Fernando Henrique Cardoso defendeu a visão ambiental de seu partido e afirmou que “a visão do desenvolvimento a qualquer preço quem encarna é a Dilma”. O ex-presidente defendeu ainda a manutenção do Código Florestal, proposta defendida pelo PV. “Não podemos concordar que se mude o Código Florestal”.

Em discurso, Serra não citou o Código Florestal e preferiu enumerar ações ambientais na sua gestão e na de Kassab na Prefeitura de São Paulo, como a ampliação de parques, a criação de ciclovias e bicicletários. Ele agradeceu Gabeira pelo apoio, que disse ter “significado pessoal e psicológico”, e classificou ainda o apoio desses membros do PV como “natural”. “Para mim, é uma convicção de economista que a maneira mais inteligente para se desenvolver uma economia é a maneira sustentável”, disse o candidato.”

(Portal G1)

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Índio da Costa confirma: Vencendo, Serra criará o Ministério da Segurança Pública

O candidato a vice-presidente da República na chapa do tucano José Serra, deputado federal Índio da Costa (DEM-RJ), confirmou, nesta segunda-feira, em Fortaleza: vencendo o pleito, Serra criará o Ministério da Segurança Pública. Segundo Índio da Costa, o órgão buscará um trabalho conjunto e articulado com todas as secretarias de segurança pública e com as Forças Armadas.

Ele explicou que essa pasta virá com a prioridade de combater o narcotráfico no Páis. O postulante lamentou o avanço das drogas no Brasil e, em especial, o crack entre os adolescentes.

Indio da Costa veio manter contato com jovens empresários e, nesta segunda-feira, almoço no restaurante Boi Preto comjovens empresários, num encontro articulao pelo então postulante a vice do tucano Marcos Cals, o empresário Pedro Fiúza.

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Cid quer todos os prefeitos por Dilma

O chefe do executivo estadual fazendo adesivaço.

O governador reeleito Cid Gomes s(PSB) vai reunir, nesta segunda-feira, às 18 horas, no Hotel Praia Centro, em Fortaleza, prefeitos e lideranças de todo o Ceará. O objetivo é reforçar a mobilização em favor da campanha da candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff.

Durante o encontro, Cid ouvirá ideias e sugestões de mobilizações para todos os municípios.

DETALHE – Todos os 184 prefeitos foram convidados a participar. Inclusive Luizianne Lins (PT), agora integrante da coordenação nacional da campanha dilmista.

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TSE manda retirar de circulação o Jornal da CUT

“O ministro Joelson Dias, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou, na madrugada desta segunda-feira (18), a retirada de circulação do Jornal da CUT e da Revista do Brasil. O conteúdo “censurando” é referente à edição do mês de setembro do jornal da central sindical. E o da revista, à edição de outubro, que traz na capa a foto da candidata à presidência, Dilma (PT).

A decisão do ministro tem como base liminar de autoria dos advogados da campanha de José Serra (PSDB) – adversário de Dilma – que acusa a CUT e a Revista do Brasil de produzirem “farto material” impresso para promoção da candidata. Além do material impresso, o conteúdo postado na internet também deverá ser retirado. Na decisão, Joelson Dias ressalta que “os sindicatos não podem contribuir direta ou indiretamente para a campanha de um candidato ou de um partido”.

Na liminar, os advogados da campanha de Serra também pedem que seja retirado do ar o blog do presidente da CUT, Artur Henrique, o que não foi atendido pelo ministro. 

O jornal, produzido pela CUT, foi criado em 2008 e tem uma tiragem de 20 mil exemplares. Ele é distribuído mensalmente.

Já a revista é produzida pela Editora Gráfica Atitude Ltda. No site da empresa diz que a revista é distribuída mensalmente para 360 mil trabalhadores, por meio de dezenas de entidades sindicais ligadas a profissionais dos mais diversos setores da economia – como indústria, energia, bancos, saúde, educação.

Segundo a editora, para atender ao público que não recebe o material por meio dos sindicatos, desde o junho de 2008 a publicação é distribuída também em bancas de todas as capitais e nas principais cidades do estado de São Paulo. 

(Blog do Noblat)

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