Orçamento 2012 – Inácio assegura recursos para Fundo Setorial do Audiovisual

 
 
O senador Inácio Arruda (PCdoB) informa ter conseguido garantir no texto da Lei Orçamentária de 2012 a inclusão do Fundo Nacional de Cultura (FNC) na categoria de programação especifica Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Com isso, o FNC passa a ter as mesmas garantias das agências reguladoras, do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST), do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (FUNTTEL). 

Com essa inclusão, a previsão é que sejam destinados cerca de R$ 600 milhões ao Fundo Setorial de Audiovisual, conforme o parlamentar, autor de emenda nesse sentido. Ele justifica sua emenda dizendo que a aprovação da Lei 12.485/11, posterior a elaboração da proposta orçamentária para 2012 – que dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado, impõe à Agência Nacional do Cinema novas atribuições que demandarão recursos adicionais para sua estruturação.

Este novo aporte, no valor de R$ 600 milhões, decorre da aprovação da lei 12.485, aprovada em agosto no Senado, que estabelece cotas para o conteúdo nacional e independente na TV por assinatura, além de trazer mais recursos para a produção de obras independentes para a TV paga. A lei 12.485 prevê ainda que no mínimo 30% do valor arrecadado será destinado ao fomento de produções das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Decreto estabelece cota mínima para exibição de filmes nacionais

“Em 2012, os cinemas de todo o país terão que exibir entre três e 14 diferentes filmes nacionais de longa metragem por um tempo mínimo que varia conforme o número de salas em funcionamento. A cota mínima de exibição consta do Decreto 7.647, assinado pela presidenta Dilma Rousseff e publicado hoje (22) no Diário Oficial da União.

Regulamentada pela Agência Nacional de Cinema (Ancine), a chamada Cota de Tela é um instrumento legal adotado por vários países com o objetivo de promover a  competitividade e a sustentabilidade da indústria cinematográfica nacional. No Brasil, segundo a Ancine, a “reserva de dias” vem sendo empregada desde a década de 1930, sendo reeditada e aprimorada anualmente conforme o desenvolvimento e as necessidades da indústria cinematográfica. Desde a década de 1990 a Cota de Tela é fixada por meio de decreto presidencial.

Para 2012, o decreto estabelece a cota mínima de três diferentes filmes brasileiros a serem exibidos por pelo menos 28 dias em cinemas com apenas uma sala. Tanto a quantidade mínima de títulos, quanto a de dias de exibição varia conforme o número de salas do complexo de exibição. Em estabelecimentos com 20 salas, por exemplo, a soma da exibição de ao menos 14 diferentes filmes brasileiros terá que totalizar um mínimo de 644 dias.

O número de títulos obrigatórios e de dias para 2012 é o mesmo que vigorou este ano. O número de dias mínimos de exibição, aliás, não sofre alterações desde 2005.  No ano passado, a Ancine justificou a maior exigência quanto à diversidade de obras pelo crescimento do número de lançamentos anual, que aumentou de 30 títulos em 2001 para cerca de 80 novas obras no biênio 2009-2010.

O aumento da diversidade mínima de títulos é compatível com o crescimento no número anual de lançamentos nacionais, que era da ordem de 30 títulos em 2001 e alcançou o número de aproximadamente 80 títulos no biênio 2009-2010.”

(Agência Brasil)

Festival Curta Canoa promove oficinas

O Curta Canoa - Festival Latino-Americano de Cinema de Canoa Quebrada está em parceria com a Faculdade Católica do Ceará em uma série de ações que acontecerão nesta edição do festival. Segundo a assessoria de imprensa do evento, essas ações ocorrerá a partir de segunda-feira e se estenderão até o dia 10 próximo em Canoa Quebrada e na sede do município de Aracati (Litoral Leste).
Uma das parcerias está na realização das oficinas de Fotografia, com Chico Gomes, fotógrafo do Núcleo de Prdução Audiovisual da Católica; Pensamento Criativo, com o professor Cláudio Sena; e Câmera, com o professor Fernando Maia. Haverá ainda a oficina de Som de Animação, ministrada por Alexandre Jardim, do Centro Técnico Audiovisual (CTAV) do MinC.

Com foco na defesa ao meio ambiente, as oficinas estão com inscrições abertas até o dia 02 de dezembro. Os interessados devem enviar um email para producao@jalimaproducoes.com.br, com o nome, contato e indicar em qual oficina deseja se inscrever.

FESTIVAL

O Curta Canoa 2011 é uma realização da J.A.Lima Produções, com patrocínio da PETROBRAS e do BNB. Apoio Cultural: COELCE, Centro Técnico Audiovisual (CTAV), Sebrae/CE e Instituto Social de Arte e Cultura do Ceará (ISACC). Tem apoio do Goverdo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria de Cultura (Secult) / Lei Estadual Nº 13.811, e do Governo Federal, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Parceria: Associação dos Empreendedores de Canoa Quebrada (ASDECQ).

Mostra “Outros Cinemas” começa nesta 2ª feira na Casa Amarela Eusélio Oliveira

“Quando Barbara Cariry – filha do cineasta Rosemberg Cariry – entrou na universidade para estudar cinema, ela percebeu que algo faltava na cena cultural de Fortaleza. A Cidade carecia de um festival capaz de priorizar filmes de jovens realizadores, que começavam a despontar no cinema brasileiro contemporâneo. Foi a partir desta inquietação que Barbara decidiu organizar a Mostra Outros Cinemas, que chega à quarta edição, em formato bem mais abrangente. “Deixamos de receber apenas filmes de universidade para mostrar e discutir filmes de arte, experimentais e contemporâneos realizados por cineastas de todo País. Temos uma grande diversidade de estéticas e ideias”, pontua Barbara, curadora e diretora da mostra.

Dos cerca de 100 curtas inscritos, 18 foram selecionados para esta edição, que começa hoje e prossegue até quarta, com exibições a partir das 19 horas, na Casa Amarela Eusélio Oliveira. Sem caráter competitivo, a mostra procura fazer um apanhado de diferentes propostas audiovisuais. Cinco filmes são cearenses: Roberto Cabeção, de Salomão Santana; Domingo de Águas Abertas, de Henrique Dídimo; Resta Um, de Aurora Miranda Leão; Monja, de Breno Baptista; e Mato Alto, de Arthur Leite.

Panorama

O desejo de concretizar a ausência em ação levou Breno Baptista a pensar o curta Monja, a partir de uma obsessão imagética muito específica: uma mulher sozinha em uma cama de casal. “As cenas que compõem o filme foram pensadas muito em torno do corpo da atriz e não o contrário. É a natureza de um corpo que performa em cena, que dá ao filme um tom”, comenta Breno, sobre a participação de Andréia Pires, que ganhou o prêmio de melhor atriz na última edição do Nóia – Festival de Cinema Universitário. 

Aluno do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará, Breno explica que o filme foi construído de forma colaborativa. “A clareza em relação ao que nos movia acabava por refletir em toda a flexibilidade presente na composição das ações, em um corpo consciente tanto diante de si mesmo quanto diante de suas possibilidades de encenação”, comenta.

Selecionado pelo edital Revelando os Brasis, Mato Alto, de Arthur Leite, é um documentário sobre um complexo arquitetônico construído e mantido pela família Honorato na fazenda Mato Alto, que fica no município de Quixeré. “Sempre ouvia meu pai contar histórias sobre umas construções feitas de pedra na Chapada do Apodi. Ele prometeu me levar, mas nunca o fez. Resolvi ir por conta própria com um amigo e ao chegar lá, deparei-me com umas das coisas mais belas que vi”, recorda Arthur. O projeto levou o jovem realizador a conhecer a trajetória de Egídio Honorato, personagem com o qual conviveu por dois anos, até escrever o roteiro do curta, que já foi recebeu nove prêmios entre os 17 festivais de cinema no Brasil onde foi selecionado.

Entre as produções nacionais da mostra, o destaque é o paranaense O Garoto, o Mar e o Velho, de Marisa Merlo. O curta foi realizado a partir de uma disciplina de direção em documentário, ministrada pelo cineasta Eduardo Escorel, na Faculdade de Artes do Paraná. A composição e a temporalidade esgarçada dos planos são elementos fortes do curta. “Ele foi gravado ao acaso: eu estava passeando pela cidade a procura de algo e aquilo me chamou a atenção. Além de ter sido uma exigência do exercício ser de observação, esse tipo de linguagem é a que mais me atrai dentre todas as outras opções que temos no documentário”.

A abertura da Mostra Outros Cinemas exibe dois longas-metragens: Mãe e Filha, do cearense Petrus Cariry, e Roleta Chinesa, produção de 1973 dirigida pelo alemão Rainer Werner Fassbinder. “Há algumas décadas, Fassbinder era bem mais visto no Brasil e comentado no circuitos cult. Hoje anda meio esquecido, talvez por conta da hegemonia do cinema comercial. A Mostra Outros Cinemas faz jus à própria denominação ao colocá-lo novamente em foco”, afirma Barbara.

* Casa Amarela Eusélio Oliveira  – Avenida da Universidade, 2591 – Benfica.

Entrada gratuita 

PROGRAMAÇAO

Hoje (28)

Mãe e Filha - Petrus Cariry (CE, 2011) 

Roleta Chinesa – Reiner W. Fassbinder (Alemanha, 1976)

Amanhã (29)

Triangulum – Melissa Dullius e Gustavo Jahn (Brasil/Alemanha/Egito, 2009)

Deus – João Krefer (PR, 2010)

Roberto Cabeção – Salomão Santana (CE, 2011)

Olhar Particular – Paulo Roberto (PB, 2011)

Domingo de Águas Abertas – Henrique Dídimo (CE, 2010)

O Garoto, o Mar e o Velho – Marisa Merlo (PR, 2011)

Eu já não Caibo mais Aqui – Benedito Ferreira (GO, 2009)

Vuvuzelas de Madureira – Vitor Medeiros (RJ, 2010)
Resta Um – Aurora Miranda Leão (CE, 2011)
Quarta (30)
A Fábrica – Aly Muritiba (PR, 2011)
Um Par – Lara Lima (SP, 2010)
Naufrágos – Gabriela Amaral e Matheus Rocha (SP, 2010)

Sobre o Resto dos Dias – Alerxandre Baxter e Luiz Felipe Fernandes (MG, 2010)

Monja – Breno Baptista (CE, 2011) 

Julie, Agosto, Setembro – Jarleo Barbosa (GO, 2011)

Propriedades de uma Poltrona – Rodrigo John (RS, 2010) 

Morte e Morte de Johnny Zombie – Gabriel Carneiro (SP, 2011) Mato Alto – Arthur Leite (CE, 2011)

(O POVO)

Cineclube Avenida exibe clássicos do “Cinema Novo”

Dois aclamados diretores do cinema nacional, Joaquim Pedro de Andrade e Sérgio Ricardo – este também um referencial na MPB e conhecido por quebrar o violão no Festival da Record de 1967, terão seus filmes exibidos nesta terça-feira, às 19 horas, no Cineclube Avenida (Shopping Avenida). Após a exibição dos filmes, haverá debate com os espectadores e o coordenador do Cineclube, o cineasta cearense Francis Vale.  

As duas produções, o documentário “Couro de Gato” (1960), de Joaquim Pedro de Andrade, e a ficção “O Menino da Calça Branca” (1961), ficção de Sérgio Ricardo – realizadas em preto e branco, fazem reflexão e crítica às condições sociais dos moradores dos morros do Rio de Janeiro.

“Estes filmes são oportunos para discutir e refletir as diferenças e condições sociais dos moradores de morros e as desigualdades sociais do Brasil, já que neste momento é assunto em evidência devido ao que se passa no morro da Rocinha”, diz Francis Vale.

 

COURO DE GATO

Eleito um dos cem melhores curtas-metragens dos últimos tempos pelo Festival de Clermont-Ferrand, “Couro de Gato”, tem trilha sonora  de Carlos Lira e Geraldo Vandré. Também conta com a participação de Domingos de Oliveira como ator e assistente de direção.  O filme é o terceiro trabalho, do cineasta que antes, realizou os documentários “Manuel Bandeira, o poeta do castelo” (1959) e “Gilberto Freyre, o mestre dos Apipucos” (1959).

 

O MENINO DA CALÇA BRANCA

Já  “O Menino da Calça Branca”, marca a estréia de Sergio Ricardo como cineasta e a de seu irmão Dib Lutfi, um dos maiores diretores de fotografia do cinema brasileiro. Este ano os irmãos completaram 50 anos de carreira cinematográfica. O filme tem trilha sonora de Sérgio Ricardo e a participação de Ziraldo e Sérgio Ricardo  como atores.

(Com Cineclube)

Filme Amanhecer deve ocupar metade das salas de exibição do País

Do Blog do Leo Zain:

Leio que Amanhecer deve ocupar “pelo menos” 1100 salas em seu lançamento. O circuito brasileiro dispõe de aproximadamente 2200 salas.
Ou seja, 50% do circuito nacional será ocupado pelo filme.
Pode-se deduzir que muitos filmes, que estavam dando boa média de público, serão expulsos do mercado pela chegada do mega lançamento. Como perguntar não ofende, eu pergunto: essa é uma prática razoável de mercado?
Como é possível ter um circuito exibidor saudável quando metade dele é ocupado por um único lançamento? Como fica a saudável diversidade cultural, que só existe com a pluralidade de lançamentos e sua permanência nas telas?
Não custa lembrar que a nossa vizinha Argentina, tantas vezes por nós ironizada, lançou um imposto progressivo sobre esses lançamentos gigantes. Quanto maior o número de cópias mais se paga.
Dá para imaginar algo semelhante no Brasil sem que os “liberais” de sempre venham brandir o tema da liberdade de expressão e da livre circulação dos produtos culturais?
Não se dão conta de que uma ocupação militar do mercado, como essa, é que é o verdadeiro atentado à livre circulação das (outras) obras?
* Sobre a Argentina, vejam este link: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/201…
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“Últimos Cangaceiros”, de Wolney Oliveira, ganha menção honrosa em festival amazonense

“A Separação”, drama iraniano de Asghar Farhadi, recebeu os prêmios de melhor filme e melhor roteiro do 8º Amazonas Film Festival, que se encerrou na última semana, em Manaus.
Vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim e escolhido para representar o país na disputa pelo Oscar de filme em língua estrangeira, “A Separação” será lançado nos cinemas brasileiros pela Imovision, com estreia prevista para 17 de fevereiro.
“Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, de Beto Brant e Renato Ciasca, ficou com os prêmios de melhor ator dado a Zécarlos Machado, e melhor atriz, para Camila Pitanga.
Santiago Mitre foi escolhido o melhor diretor pela produção argentina “El estudiante”. O documentário “Os últimos Cangaceiros”, do cearense Wolney Oliveira, levou uma menção honrosa do júri oficial, enquanto La source des femmes, de Radu Mihaileanu, ficou com o prêmio do público.

Cearense de Russas é um dos vencedores do Festival do Minuto

“Eu quero fazer um filme com a minha história. Daqueles filmes que se vê na televisão”. Assim Luís Pedro da Silva, o Seu Luís, agricultor do município de Russas, a 170 quilômetros de Fortaleza, fala no começo do vídeo intitulado Eu Quero Fazer Um Filme. Durante um minuto, a simplicidade e a fala arrastada de Seu Luís, então com 87 anos, cativam pela forma quase pueril de descrever seu desejo de ser protagonista da própria história. De certa forma, ele conseguiu. O vídeo, de autoria do jovem André Araújo Rodrigues, 20, vizinho de Seu Luís, é um dos vencedores da edição deste ano do Festival do Minuto, o maior festival de vídeos da América Latina.

O reconhecimento pela criatividade e a premiação de R$ 4 mil fizeram a alegria de André, que todos os dias percorre 100 quilômetros de Russas a Mossoró, onde cursa o sétimo semestre de Rádio e TV na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. “É muito importante e muito bom ter o resultado do que você faz”, comemora André.

E este não foi o único prêmio que o vídeo levou. Nesta semana, o vídeo foi o vencedor do Festival Carne Moída, também de vídeos amadores. Antes disso, no ano passado, veio o terceiro lugar no I Concurso Curtas de Bolso Tela Brasil. Na ocasião, a história já era contada nas páginas do O POVO. E André lembra que quando mostrou a foto de Seu Luís no jornal, o agricultor, em sua vaidade ferida, soltou esta: “Se soubesse que ia sair no jornal, tinha feito a barba”.

André também mantém Seu Luís por dentro das premiações. “Ele sabe (dos prêmios). Se sentiu importante, ficou muito feliz e orgulhoso”.

No roteiro escrito pelo estudante, cada fala de Seu Luís faz referência aos movimentos de câmera: “Vem pra perto, depois vai pra bem longe. Pros lados, pra cima e pra baixo”. Mesmo tendo um pouco de ficção, André explica que o vídeo é um retrato da realidade de Seu Luís, que tem na televisão de sua casa a única ligação com a linguagem do cinema.

Para quem também quer dar asas (e câmeras) à sua imaginação, André dá o recado: “O importante é ter uma boa ideia, independente da limitação técnica”.

Confira o vídeo Eu Quero Fazer Um Filme no endereço eletrônico

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Veja também a lista completa de vencedores do Festival do Minuto e saiba como participar no site

www.minutefestival.com/festivaldominuto

Marcos Robério
Especial para O POVO

Vai assistir ao filme “O Palhaço”?

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Estreia nesta sexta-feira, em todas as telonas nacionais, o filme “O Palhaço”. Com atores que dispensam comentários: Selton Melo e Pulo José. A crítica aplaude a película, capaz de fazer você rir e chorar e não sabr se de tristeza ou de alegria.

Cid assina contrato de aquisição do Cine São Luiz

O governador Cid Gomes assina nesta segunda-feira, às 14 horas, o contrato de aquisição do Cine Teatro São Luiz, que pertencia à família de Luiz Severiano Ribeiro.

O ato ocorrerá no palco do cinema com a presença do secretário estadual da Cultura, Francisco Pinheiro, de artistas, cinéfilos e dirigentes de entidades públicas e privadas que atuam no campo cultura.

Cineclube Avenida exibe, nesta 3ª feira, documentário sobre Gláuber Rocha

O Cineclube Avenida exibirá, nesta terça-feira, às 19 horas, o documentário de Sílvio Tendler intitulado “Glauber, O Fime – Labirinto do Brasil”. Após a exibição, haverá debate com os espectadores e o coordenador do Cineclube, o cineasta cearense Francis Vale.

“Glauber não suportaria ficar nesse mundo de hoje. Mundo sem transcendência, esse mundo globalizado, sem utopia. Não aguentaria. Porque o Glauber era utopia em estado vivo”, diz Silvio Tendler ao falar sobre o documentário.

O DOCUMENTÁRIO 

Lançado em 2003, “Glauber, o Filme – Labirinto do Brasil”, documentário com 98 minutos, foi aclamado no Festival de Brasília daquele ano, conquistando os prêmios de melhor filme pelo júri popular, prêmio da crítica e dos pesquisadores. Também foi destaque na seleção oficial do Festival de Cannes de 2004 Seleção Oficial do Festival de Cannes (2004). Foi exibido ainda na Mostra do Cinema Brasileiro na América Latina, Festival de Trieste na Itália e Mostra do Amanhã em Roma e Padova, na Itália.

SERVIÇO

Cineclube Avenida - I Subsolo do Shopping Avenida, na avenida Dom Luiz, 300, bairro Aldeota.

Entrada franca.

Filme cearense é selecionado para mostra competitiva do Festival do Amazonas

Wolney Oliveira está na mostra competitiva.
Vem aí o 8º Amazonas Film Festival. Ocorrerá de 3 a 9 de novembro próximo, em Manaus. O evento traz uma novidade que muito tem a ver com o Ceará. Saiu a lista dos selecionados para a Mostra Competitiva Internacional de Longa-Metragem e nela o filme de Wolney Oliveira, diretor da Casa Amarela Eusélio Oliveira, intitulado “Os Últimos Cangaceiros”.
Além desse filme, eis outros selecionados:
A SEPARATION, de Asghar Farhadi
Irã
EL ESTUDIANTE, de Santiago Mitre
Argentina
EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DOS SEUS LINDOS LÁBIOS, de Beto Brant e Renato Ciasca
Brasil
LA SOURCE DES FEMMES, de Radu Mihaileanu
Bélgica, Marrocos, Itália, França
LATE BLOOMERS ̧de Julie Gavras
França
O CARTEIRO, de Reginaldo Faria
Brasil
OS ÚLTIMOS CANGACEIROS, de Wolney Oliveira
Brasil
THE FIRST GRADER, de Justin Chadwick
Reino Unido, Estados Unidos, Quênia

Humoristas cearenses são estrelas do filme “A Maldição da sogra coral”

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Estreia, no próximo mês, em todo o País ,o filme “A Maldição da sogra coral”, que foi rodado em Fortaleza. No elenco, só humoristas cearenses. A história é do jornalista Tarcísio Matos (foto) e de Bené Barbosa (Papudim), que contou para o Blog detalhes da película.

“Filme dos Espíritos” – Estreia em Fortaleza foi quarta bilheteria do País

Ao lado do diretor André Marouço e do ator e protagonista do “Filmes dos Espíritos”, Reinaldo Rodrigues, os diretores da Estação Luz Filmes Luiz Eduardo Girão e Leonardo Leal comemoram o sucesso da estreia do longa-metragem.

Na estréia, Fortaleza foi destaque com a quarta sala mais assistida do país depois de três salas em São Paulo. Mais de 136 mil pessoas já foram conferir a trama, baseada na obra do pedagogo francês Allan Kardec, escrita em 1857.

O Filme foi produzido pela Mundo Maior Filmes, com a co-produção da cearense Estação Luz Filmes, e está sendo distribuído pela Paris Filmes.

Que tal a criança inesquecível que foi Chaplin?

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Governo reedita MP que garante crédito para criação e reforma de cinemas

“O governo federal reeditou a MP nº 491/10, que determina ao poder público conceder uma linha de crédito para a criação e reforma de espaços de cinema e compra de equipamentos com a redução de impostos. A deputada Federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ) aproveitou para apresentar emenda ao texto. O objetivo, segundo a parlamentar, é aperfeiçoar a iniciativa, resgatando alguns benefícios contidos na proposta editada no fim do governo Lula e que perdeu validade por não ter sido votada pelo Congresso em tempo hábil. “É uma conquista importante para o setor cultural e, sobretudo, à sociedade. Mas, também é importante que busquemos preservar a essência da proposta anterior”, diz.

A matéria voltou à Câmara dos Deputados na forma da MP nº 545.  De acordo com o texto, o programa visa facilitar o acesso da população ao cinema, promovendo o barateamento dos ingressos e a abertura de salas de exibição em cidades de médio porte e em bairros populares de grandes cidades. O programa visa oferecer opções para espectadores de classes sociais hoje afastadas do cinema, principalmente as classes C e D.

A MP determina que o Poder Público estabeleça uma linha de crédito para a criação de espaços de cinema, permitindo que a iniciativa privada faça projetos para a construção de novas salas, reformas de atuais e compra de equipamentos com a redução de impostos. Caberá à Agência Nacional de Cinema (Ancine) editar as normas e estabelecer os requisitos para tanto. O programa facilitará o acesso da população ao cinema ao promover a abertura de salas de exibição em cidades de médio porte e em bairros populares de grandes cidades.

A emenda apresentada pela deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ) busca restabelecer texto contido na Medida Provisória nº 491/10, uma vez que a MP nº 545 voltou a tramitar desconsiderando dispositivos que tratam da isenção fiscal. “Isso é essencial para alcançar a meta de instalação de salas de cinema em localidades que não têm perspectivas sem esse incentivo”, observou.”

(Com PCdoB)

II FestCine Maracanaú – Ex-governador é homenageado

O ex-governador e presidente estadual do PR, Lúcio Alcântara, será homenageado neste domingo, a partir das 19 horas, no Cine Teatro Dorian Sampaio, em Maracanaú. Ele receberá o “Troféu Maracanaú” como a Personalide do Ano. A comenda faz parte da programação do II FestCine Maracanaú, o Festival de Cinema Digital e Novas Mídias, que ocorre desde a última terça-feira, nessa cidade da Região Metropolitana de Fortaleza.

O II FestCine Maracanaú – Festival de CinemaDigital e Novas Mídias é realizado e produzido pela Abraham Filmes Digitais, sob a direção-geral do cineasta e produtor Afonso Celso. Tem o patrocínio da Coelce e uma parceria como Governo do Estado, através da Secretaria da Cultura (Secult), e Governo Federal por meio do Ministérioda Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura,  Prefeitura Municipal de Maracanaú.

DETALHE -Maracanaú é administrada pelo presidente de honra do PR estadual, Roberto Pessoa.

“Rosal da Liberdade” é atração no Cineclube Avenida

O Cineclube Avenida, um projeto do Shopping Avenida, vai exibir, nesta terça-feira, a partir das 19 horas, o documentário “Rosal da Liberdade”. Trata-se de um trabalho da jornalista e radialista Marilena Lima sobre a escravatura no Ceará

“Rosal da Liberdade” tem duração de 22 minutos e, segundo o coordenador do Cineclube, Francis Vale, resulta de um projeto aprovado no Prêmio Ceará de Cinema e Vídeo 2010 e “traz relatos muito interessantes dos guias que atuam no Museu Negro Liberto, de Redenção, além de registros do Museu Memorial da Liberdade”, acrescenta o cineasta.

Segundo Francis Vale, outro destaque do filme é o depoimento de Abdias Nascimento, escritor, artista plástico, teatrólogo, político, poeta e um dos maiores ativistas pelos direitos humanos no Brasil. Abdias faleceu em maio deste ano, aos 97 anos, deixando um legado de luta em prol do movimento negro. Em 2010, chegou a ser indicado ao Prêmio Nobel da Paz.

Documentário sobre Humberto Teixeira ganha prêmios na Academia Brasileira de Cinema

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O documentário “O Homem que engarrafava nuvens”, que conta a trajetória do compositor cearense Humberto Teixeira – parceiro de Luiz Gonzaga, ganhou dois prêmios da Academia Brasileira de Cinema. Pedro Alvares, da equipe de produção, dá detalhes do documentário que virou DVD.

Assassinato de Eusélio Oliveira completa 20 anos e filho cobra justiça

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O cineasta Wolney Oliveira, filho do também cineasta Eusélio Oliveira, assassinado há 20 anos, está cobrando justiça. Ele teme a prescrição do caso.

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