AMC anuncia paralisação de atividades. Direção do órgão nega

Está paralisada a Autarquia Municipal de Trânsito (AMC). Os agentes de transito decidiram paralisar as atividades na tarde desta terça-feira, segundo o agente de trânsito Ednardo Araújo, diretor do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindfort), em razão do clima de insegurança na cidade.

Os pneus das viaturas estão sendo esvaziados, de acordo com Ednardo. Os agentes do turno da tarde não saíram para as ruas e estão concentrados em frente à sede da autarquia.

Ainda segundo Ednardo, em conversa com os dirigentes do órgão, os agentes decidiram paralisar as atividades por conta da “falta de segurança em toda a cidade”. “Seria irresponsável, tanto por parte do sindicato como da chefia, já que não temos segurança nas ruas. A gente roda em toda a cidade e não vê um policial militar ou policial do Exército, como foi prometido pelo Governo do Estado”, justificou Ednardo.

O agente informou ainda que a categoria reconhece o direito de greve dos policiais, mas espera que a situação seja resolvida “o mais breve possível”.

OUTRO LADO

O presidente interino da Autarquia Municipal de Trânsito (AMC), Fernando Bezerra, disse que não procede a informação de que o órgão paralisou as atividades nesta terça-feira, 3. “Estão alegando que não tem segurança para ir às ruas. Mas eu asseguro que a AMC não vai parar”, disse ele.
Segundo ele, os profissionais que entraram no turno desta tarde participarão de reunião às 17h30 para que orientações sejam repassadas à categoria. No início da tarde, o diretor do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindfort), Ednardo Araújo, afirmou que a categoria havia decidido paralisar as atividades, por conta da “falta de segurança em toda a cidade”.

“Seria irresponsável, tanto por parte do sindicato como da chefia, já que não temos segurança nas ruas. A gente roda em toda a cidade e não vê um policial militar ou policial do Exército, como foi prometido pelo Governo do Estado”, justificou Ednardo.

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