Operário do Metrofor é morto ao ser confundido com assaltante

“Um operário do Metrofor foi morto, nessa noite de sexta-feira, 30, ao ser confundido com um assaltante por um vigilante da Estação João Felipe (Centro), segundo informações da Polícia.

Francisco Ribeiro Rodrigues, de 51 anos, que trabalhava como ferreiro nas obras do Metrô da Praça da Estação, saía do trabalho e tentou dar partida em sua moto, mas não conseguiu. Ele empurrava o veículo, quando foi abordado pelo vigilante.

De acordo com amigos da vítima, o operário se identificou, mas foi morto com dois tiros no peito pelo vigilante, que está foragido.

Segundo policiais do 34º DP, algumas testemunhas já foram ouvidas durante a madrugada deste sábado, 1º, e as investigações prosseguirão a partir desta segunda-feira, 3.”

(OPOVO Online)

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Câmara resiste a limitar gastos com serviço público

“Uma proposta que ameaça a criação de novas vagas no serviço público e a concessão de reajustes para o funcionalismo está prestes a ser rejeitada pela Câmara. O deputado Luiz Carlos Busato (PTB-RS) apresentará na próxima terça-feira (4), na Comissão de Trabalho da Câmara, parecer pela rejeição do Projeto de Lei Complementar 549/09, que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal para limitar o aumento de despesas com o serviço público até 2016.

“É uma proposta esdrúxula. Não sei como passou no Senado”, dispara Busato, que avalia como grandes as chances de a matéria ser rejeitada pelos parlamentares da comissão. De acordo com o deputado gaúcho, a antipatia generalizada à proposta está no fato de ela impedir, por exemplo, a criação de novas universidades e hospitais federais. Mas parlamentares ouvidos pelo Congresso em Foco admitem que está também no fato de ninguém querer se indispor com o funcionalismo em ano eleitoral.
 
Isso ocorre porque o projeto determina que o aumento real de gastos com pessoal e encargos sociais da União ficará limitado a 2,5% acima da inflação. Dessa forma, argumenta Busato, apenas o dinheiro para contratar servidores para novos órgãos públicos ultrapassaria o limite previsto no projeto.    

“Vamos torpedear”
 
De autoria do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), a matéria também encontra forte resistência em outros deputados. Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) reforça que a chance de rejeição da matéria no colegiado é grande. Contudo, ele emenda: “Se percebermos que o governo quer dar musculatura à proposta, vamos torpedear.”
 
Para ele, o projeto traz consigo a lógica “daqueles que acumulam renda sem produzir” e que “sangram o Tesouro nacional” ao propor um debate pontual sobre gastos públicos. “Vamos também discutir a renúncia fiscal em benefício do grande capital. Vamos discutir o conjunto dos gastos”, provoca.

O deputado Mauro Nazif (PSB-RO) foi além. Ele apresentou requerimento solicitando retirada de tramitação da matéria sem discussão.  No entanto, o pedido foi negado porque a proposta é do Senado. A Comissão de Trabalho ainda aprovou outros dois requerimentos solicitando audiência pública para debater melhor a matéria. 
 
Até mesmo aqueles que não tiveram acesso à proposição torcem o nariz. “Não vi, não li, mas já não gostei”, brincou o líder do PT, Fernando Ferro (PE), ao ser questionado pela reportagem sobre o projeto.

A pressão do lado de fora da Câmara também é grande. Centrais sindicais e entidades de classe não poupam críticas ao limite para o aumento de despesas com o serviço público. Para Roberto Policarpo, coordenador-geral da Federação Nacional do Judiciário Federal e Ministério Público da União (Fenajufe), a proposta vai na contramão de um serviço público de melhor qualidade.

Policarpo, que monitora a tramitação da proposta, também crê em sua rejeição. “Vai ser uma grande vitória para o conjunto de servidores.” “Os parlamentares da Comissão de Trabalho são mais sensíveis a essas causas”, avalia.

Mesmo que seja aprovada, a matéria terá um longo caminho antes de chegar a plenário: passar pelas comissões de Finanças, e de Constituição e Justiça.”

(Congresso em Foco)

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Lúcio, Ciro e a maionese

Em seu Blog, o presidente regional do PR, o ex-governador Lúcio Alcãntara faz uma reflexão sobre a saída de Ciro Gomes da disputa presidencial, mas principalmente lamenta o papel da imprensa nessa história qeu abriu tanto espaço para uma maionese geral. Confira: 

A fluência verbal e o malabarismo com as palavras não escondem o monte de contradições, enunciadas durante curto espaço de tempo, pelo deputado Ciro Gomes (PSB CE? SP?).

Custa crer tenha conseguido tanto espaço na imprensa manifestando desejos e previsões inconsistentes com convicção de pitonisa.

Conseguiu jogar no ar uma nuvem de palavras que levou a colunista da Folha de S. Paulo a compara-lo ao vulcão da Islândia, de nome impronunciável, cujas emissões cobriram de cinzas o espaço aéreo da Europa.

Os jornalistas tem sua parte de culpa nesse enredo cujo desfecho era previsível. Nossa imprensa, por comodidade, ou interesse, é cada vez mais declaratória. Isso é, reproduz de forma acrítica declarações as mais estapafúrdias como algo sério e digno de crédito.

Não há a preocupação em saber a razão daquilo, o que se esconde por trás do anúncio, qual a veracidade da afirmação, a interpretação dos fatos, enfim. O resultado é que muita patranha passa como coisa séria pagando ingresso no reino da ficção.

Manipulada, conscientemente ou não, a imprensa abdica do seu papel de esclarecer e informar na busca da verdade. O interlocutor pode “surfar na maionese”, a imprensa não.

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Luizianne reclama da classe média de Fortaleza

Durante solenidade em que inaugurou, nesta semana, o Centro de Especialidades Odontológicas de Messejana, a prefeita Luizianne Lins (PT), voltou a bater na classe média de Fortaleza.

Ela lamentou que a classe média só se relaciona com os problemas da cidade quando seu carro cai em algum buraco. Luizianne também criticou a imprensa que se mobilizou toda para cobrir o que foi um curto-circuito no Instituto Doutor José Frota e que foi controlado.

Luizianne concluiu rápida falando dizendo que a grande obra de sua gestão está no sorriso das pessoas.

(Foto – Paulo Moksa)

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TRF arquiva ação sobre leilão de venda da Telebrás por falta de… provas

“O TRF da 1ª Região decidiu arquivar ação de improbidade em torno do leilão de privatização do sistema Telebrás, ocorrido em 1998, por considerar que não houve má-fé nem dano ao Tesouro e que não existem provas das irregularidades alegadas.

A ação foi movida pelo Ministério Público contra o leilão da Telemar, uma das 12 companhias telefônicas privatizadas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Os juízes seguiram as conclusões de tomada de contas realizada pelo TCU (Tribunal de Contas da União), que também apontou para a inexistência de dolo ou prejuízos à União.

A Procuradoria Regional da República em Brasília informou ontem que estuda a possibilidade de ingressar com recurso no STJ (Superior Tribunal de Justiça) ou no STF (Supremo Tribunal Federal) contra a decisão do TRF, tomada em março e divulgada anteontem pelo tribunal.

A ação foi ajuizada por procuradores da República contra o ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, o ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) André Lara Resende e seu vice, Pio Borges, o ex-presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) Renato Navarro Guerreiro e 12 empresas, entre as quais as compradoras da antiga Tele Norte Leste, depois rebatizada de Telemar, controladas pela empreiteira Andrade Gutierrez e pelo empresário Carlos Jereissati.

Em 2009, o juiz federal Moacir Ferreira Ramos, da 17ª Vara Federal de Brasília, decidiu pelo arquivamento da ação, o que foi confirmado pelo Tribunal Regional Federal.

Em seu relatório, que foi acolhido por unanimidade na 3ª Turma do tribunal, o juiz Tourinho Neto descreveu que as afirmações feitas na denúncia pelos procuradores se mostraram equivocadas.

“Não está demonstrada a má-fé, premissa do ato ilegal e ímprobo, para impor-se a condenação aos réus. Também não se vislumbrou ofensa aos princípios constitucionais da administração pública para configurar a improbidade administrativa”, escreveu o relator.”

(Folha Online)

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Justiça Eleitoral já cassou 100 prefeitos eleitos em 2008

“Irregularidades de campanha já levaram a Justiça Eleitoral a cassar o mandato de pelo menos 100 prefeitos que conquistaram o comando do Executivo nas últimas eleições municipais de 2008. Levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que eleitores de 24 estados já trocaram ou ainda vão trocar os novos prefeitos até 13 de junho deste ano.

De acordo com a legislação eleitoral, quando o registro do candidato ao Executivo é cassado, os votos dados a ele são anulados. Dessa forma, se o candidato conseguiu mais de 50% dos votos válidos já no primeiro turno, o segundo colocado não pode assumir a vaga. A eleição é anulada e é marcado um novo pleito pelo Tribunal Regional Eleitoral do respectivo Estado.

De todas as únidades da Federação que terão eleições, Minas Gerais já teve 21 prefeitos cassados e é o estado com maior número de eleições contestadas na Justiça. Segundo o TSE, os números de Minas se explicam porque o estado é a unidade da Federação que possui o maior número de municípios: 853. São Paulo tem 645 cidades, e já marcou novas eleições em cinco cidades.

Em 5 de outubro de 2008, foram eleitos os prefeitos de 5.563 cidades brasileiras. Das 100 cidades que tiveram o candidato eleito cassado, o levantamento do TSE mostra que nove ainda vão escolher o novo chefe do Executivo municipal. Nesses municípios que ainda aguardam a nova votação, cabe ao presidente da Câmara de Vereadores o papel de governar.”

(Portal G1)

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CUT/CE faz mobilização pró-redução da jornada de trabalho

“A luta continua firme!”, disse, nesta manhã de sábado, o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Jerônimo do Nascimento, em várias entrevistas a emissoras de rádio de Fortaleza como a POVO/CBN, ao se referir ao projeto de redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais no País.

O projeto tramita no Congresso e é de autoria dos senadores Paulo Paim (PT-RS) e Inácio Arruda (PCdoB) e vem sofrendo ofensiva das federações das indústrias de todos os Estados que, no mês passado, realizaram trabalho de corpo a corpo junto aos parlamentares federais contra a matéria.

Aqui, o presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Robrto Macedo quer que o projeto seja adiado, alegando que não dá para se discutir questão tão polêmica em ano eleitoral. Jerônimo do Nascimento garante que a matéria é viável e vai gerar empregos. Ele lembra que a jornada de trabnlho no Brasil é uma das maiores do mundo.

ATO POLÍTICO E SHOW

A partir das 15 horas, haverá pregações na Praça do Ferreira em favor da aprovação da redução da jornada. Entre vários parlamentares que dirão presente ao ato estão o senador Inácio Arruda (PCdoB), o deputado estadual Artur B runo (PT) e o deptuado federal Eudes Xavier (PT). No programa, show com artistas locais, com destaque para a dupla Ítalo e Reno, a partir das 17 horas.

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Lula leva Dilma para festas pelo 1º de Maio

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado de sua pré-candidata à Presidência, Dilma Rousseff, participa neste sábado, pela primeira vez em oito anos de governo, das três festas do 1º de Maio das centrais sindicais em São Paulo.

Os eventos serão patrocinados com R$ 1,72 milhão de verba pública. Com os adversários distantes neste feriado, os atos planejados por CUT, Força Sindical, CGTB, CTB, UGT e Nova Força têm tudo para virar showmícios – as entidades planejam declarar apoio conjunto inédito a Dilma na assembléia geral de junho.

Dilma e Lula terminam o dia na celebração do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, da qual Lula tradicionalmente participa e que não tem patrocínio externo.

Ontem, no seminário de abertura do “1º de Maio Latino-Americano”, da CUT, o ex-ministro da Casa Civil e deputado cassado José Dirceu (PT) usou o palanque para promover a campanha petista e difamar o pré-candidato José Serra (PSDB), numa prévia do tom do evento.

Segundo os organizadores, o orçamento é R$ 1,3 milhão. Desse total, R$ 950 mil (73%) são bancados por patrocínios de Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica (R$ 300 mil), BNDES, Eletrobrás e Infraero. O único patrocinador privado é a Braskem (grupo Odebrecht).”

(O Globo)

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PSTU lança Gonzagão” para o Governo

O PSTU resolveu evitar que o governador Cid Gomes (PSB), como se propaga, ganhe pelo tal W.O a disputa eleitoral no Estado.  O partido resolveu reforçar o leque de postulantes que já conta com a engenheira de pesca Soraya Tupinambá pelo PSOL e lançará o lider da área da construção civil Francisco das Chagas Gonzaga, o Gonzagão, como candidato.

Gonzagão já definiu, inclusive, qual o discurso de campanha: abordará os temas da geração de emprego e segurança pública. Gonzagão promete bater duro na gestão cidista, afirmando que, na segurança pública, a atuação do governo é “fracassada”. Em termos nacionais, o PSTU terá o velho e conhecido Zé Maria como candidato.

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Cid Gomes: “Decisão do partido não se discute, cumpre-se”

“Os interesses regionais foram mais importantes do que os interesses nacionais . A gente só vai ver se essas decisões foram acertadas no futuro“, eis o que disse o governador Cid Gomes (PSB) para a imprensa pernambucana, nesta semana, quando esteve no Recife participando da primeira reunião do Conselho Deliberativo da Sudene.

Segundo Cid, a “história mostra que os principais partidos hoje no Brasil investiram mais em candidaturas nacionais para crescer regionalmente”, no que para ele o PSB “pode até acertar nessa decisão, mas só o futuro é que vai dizer.”

Cid evitou a todo custo polêmica sobre o caso do seu irmão, Ciro Gomes (PSB), rifado da disputa presidencial e, sob insistência, apegou-se a uma velha frase usada por juristas para encerrar o papo: “Decisão da Justiça não se discute, cumpre-se. Decisão do partido não se discute, cumpre-se”.

Ele informou que vai aguardar reunião da cúpula nacional, marcada para o dia 17, em Brasília, na qual deve sair apoio a Dilma Rousseff, para começar a definir o quadro político no Ceará.”

(Coluna Vertical, do O POVO)

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Duda Mendonça pede R$ 15 milhões para fazer campanha

“O publicitário Duda Mendonça é um dos profissionais mais qualificados do marketing político brasileiro. A qualidade do seu trabalho é indiscutível e seu estilo tem influenciado profissionais da área de norte a sul do Brasil. Tê-lo como marqueteiro é o sonho de muitos políticos. Para realizá-lo, no entanto, é preciso estar com as finanças organizadas e o caixa abastecido. Para entregar um trabalho diferenciado, Duda Mendonça cobra um preço igualmente diferenciado.

Na proposta enviada ao candidato ao governo de Minas Gerais Hélio Costa, do PMDB, Duda Mendonça pediu R$ 15 milhões. O valor se refere ao primeiro turno. Um eventual segundo turno seria discutido em outro contrato. Pelo valor pedido, Duda Mendonça montaria um quartel general em Belo Horizonte com 60 pessoas. A equipe trabalharia de junho a outubro. A proposta inclui produção e gravação dos programas de televisão, além da contratação de pesquisas qualitativas. Duda enviou a proposta, mas ainda não obteve resposta do candidato Hélio Costa.  

Nas últimas semanas, o publicitário e sua sócia Zilmar Fernandes têm trabalhado forte em duas frentes. Numa, enviam propostas para candidatos em diversos estados. Noutra frente, trabalham para montar equipes qualificadas. As propostas variam de preço, conforme a complexidade do trabalho. A eleição em Minas Gerais é considerada uma das mais complexas do País. Minas Gerais possui o quarto maior território brasileiro, o terceiro maior Produto Interno Bruto, a segunda maior população e o maior número de municípios: 853 municípios.  

Outro pré-candidato em Minas Gerais é o ex-prefeito Fernando Pimentel. Pendurado nas prévias do PT no Estado, que acontecem neste domingo, Pimentel também é um cliente potencial de Duda, se ganhar a votação. A maior probabilidade é que ele se candidate para o Senado.

O marqueteiro foi cobiçado por parlamentares de todos os partidos. Um dos primeiros a negociar com Duda foi o vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO). Chegaram a conversar sobre preços e projetos, mas ainda não fecharam negócio, segundo a sua assessoria.”

(Último Segundo)

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