PF investiga crime praticado na internet contra prefeita

A revista IstoÉ traz nota, em sua edição desta semana, informando que a prefeita Luizianne Lins (PT) pediu à Polícia Federal investigação sobre crime do qual estaria sendo vítima pela internet. Confira a nota:

Como medida preventiva, a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT), acionou a Polícia Federal para tentar rastrear os responsáveis pelas fotos sensuais com seu rosto que circulam na internet. Ela suspeita de adversários políticos e garante que se trata de uma montagem. A PF entrou em campo e está perto de desvendar o crime.

VAMOS NÓS – O pedido de invstigação feito por Luizianne tem cerca de três meses. Ela fez isso pessoalmente ao ministro Tarso Genro (Justiça), durante audiência em Brasília.

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"Preconceito dá câncer", diz Carlos Minc em parada gay no Rio

“A chuva não dá trégua na cidade do Rio, mas o público parece não se importar: uma multidão lota a orla de Copacabana, na 14ª Parada do Orgulho Gay. Na abertura do desfile, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, deixou um recado para o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), que disse em um programa de televisão que o câncer de mama em homens “deve ser consequência de passeatas gay”:

“Preconceito dá câncer, faz mal à saúde e pode matar. O que cura o preconceito e a doença é a solidariedade”, disse Minc.

Minc também retomou a polêmica com o governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, durante seu discurso na Parada Gay. “Outro governador ficou chateado comigo porque eu queria defender o Pantanal e disse que ia me violentar. É uma cabeça troglodita de quem pensa como se estivesse na época da Inquisição”, atacou.

Em setembro, Puccinelli chamou o ministro de “veado e fumador de maconha”. À época, Minc não deixou por menos e disse que o governador devia “cuidar do homessexualismo que existe dentro dele”.

* Do G1, Leia mais.

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Furto ao BC – TV O POVO apresenta entrevista com delegado do caso

O convidado do programa Coletiva deste domingo, 1º, na TV O POVO, é o delegado federal Antônio Celso dos Santos. Ele chefiou a investigação do furto ao Banco Central de Fortaleza e conta, na entrevista, bastidores do trabalho da PF, de 2005 a 2009.

Antônio Celso revela que houve dinheiro do furto no ataque do PCC à capital paulista, em 2006, e diz quanto os ladrões perderam em extorsões, dos R$ 164,7 milhões que levaram. A quantia impressiona.

SERVIÇO

* Às 21h30min (canais 48 UHF, Net 23, TV Show 11)

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Senado vota na 4ª feira PEC que devolve a Estados direito de emancipar distritos

“A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pode votar na quarta-feira (4) a proposta de emenda à Constituição (PEC 13/03) que devolve aos estados a autonomia para criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios.

A PEC estabelece que “a continuidade e a unidade histórico-cultural do ambiente urbano” deve ser respeitada no caso de desmembramento, fusão, incorporação ou criação de municípios, o que deve ser feito por meio de lei estadual, até 12 meses antes das eleições municipais, obedecidos os requisitos estabelecidos em lei complementar estadual.

A população do município que terá perda de território deverá opinar, por meio de plebiscito, se concorda ou não com a criação do novo município. A Assembleia Legislativa do respectivo estado terá competência para verificar o preenchimento dos requisitos exigidos, a veracidade de seu conteúdo e sua aprovação.

A matéria, de autoria do senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), está em reexame na CCJ, e o relator, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), incorporou, em seu relatório, sugestões do ex-senador Luiz Otávio, relator da proposta na primeira vez que tramitou no colegiado.

No relatório, Azeredo assinala que, em todas as oportunidades em que reexaminou a PEC, a CCJ manteve procedimentos e requisitos que refletem a preocupação em limitar a criação desordenada de novos municípios. Azeredo informa também que a PEC continua recebendo manifestações de apoio de representantes de Assembleias Legislativa e Câmaras Municipais de praticamente todas as regiões do país, “o que vem reforçar os argumentos em favor de sua aprovação”.

(Agência Câmara) 

VAMOS NÓS – O Brasil precisa de mais municípios? No Ceará, por exempo, a grande maioria dos deputados estaduais torce pelo retorno desse direito aos legislativos. Jurema, distrito de Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza), por exemplo, pode virar cidade. Lideranças políticas de lá trabalham nesse sentido.

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FHC comenta Governo Lula

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Eis artigo publicado no Blog do Noblat neste domingo. O título é “Para onde vamos?” e tem a assinatura do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, aquele que não segue tradição de ficar coma a boca calada como ocorre, por exemplo, na democracia americana. Confira:

A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da Terra”, de riqueza fácil que beneficia poucos, que tenho dúvidas.

Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?

Só que cada pequena transgressão, cada desvio vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advém do nosso príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos.

É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois, se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista”, deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública.

Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares, se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem nenhum pudor, passear pelo Brasil à custa do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?

Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Esta supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer, obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o.”

Em pauta temos a Transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no Orçamento e mínguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo Tribunal de Contas da União. Não importa, no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha Casa, Minha Vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.

Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”.

Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que se tenha esquecido de acrescentar: “L”État c”est moi.” Mas não se esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender o “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.

Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro.

Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.

Ora, dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina.

No Brasil os fundos de pensão não são apenas acionistas – com a liberdade de vender e comprar em bolsas -, mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo, antes que seja tarde.

Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, foi presidente da República

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Casa da Espernaça precisa de ajuda

“A Casa da Esperança é uma organização filantrópica reconhecida internacionalmente que há 16 anos oferece atendimento integrado a crianças, jovens e adultos com transtornos do autismo. Lá, os autistas e suas famílias recebem apoio psicológico, acompanhamento clínico e pedagógico, além de estímulos ao desenvolvimento da comunicação e à inclusão social. A maior parte do serviço é ofertada gratuitamente a 400 pacientes de dois a 40 anos. Por dificuldades em receber recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS), a casa está precisando de apoio e lança uma campanha para captar doações por meio das contas de energia elétrica.

Segundo a presidente do espaço, Fátima Dourado, a casa ficou ameaçada de fechar e muitos profissionais precisaram sair. Desde janeiro, o repasse do SUS têm chegado com descontos superiores a 80%. Atualmente, a instituição tem mais de 150 profissionais, além de colaboradores voluntários, e atende à capacidade máxima. Enquanto a situação está sendo regularizada, a Casa da Esperança busca novas parcerias.

O autismo é um transtorno crônico do comportamento, que pode se manifestar em variados graus, alguns inclusive não percebidos sem análise especializada. Outros podem estar associados a retardo mental, ausência de fala e gestos repetitivos. “Há uma dificuldade na interação social e um foco de interesse restrito. Mas se o autista tiver estímulo e acompanhamento desde cedo, ele pode viver com mais bem-estar e dar alguma contribuição importante à sociedade“. A médica acrescenta que muitos autistas se tornam pesquisadores, músicos ou técnicos de grande competência.

Atividades
Os pacientes têm atividades orientadas, individuais ou em grupo, de acordo com suas condições de desenvolvimento. A educação especializada, por exemplo, é um complemento de reforço à educação formal. “O objetivo é incluir e manter esse aluno na rede de ensino regular“, destaca Fátima. As vivências terapêuticas, para maiores de 16 anos, auxiliam na convivência familiar e comunitária quando o paciente tem mais dificuldade de interação.

A aposentada Elizete Rufino Romão, 59, hoje convive melhor com o filho autista graças ao acompanhamento na Casa da Esperança, onde ela é colaboradora. O tempo de tratamento são os mesmos 16 anos de fundação, e continua. “Ele era muito agitado e hiperativo. Hoje melhorou muito. Não fala, mas presta atenção quando a gente fala com ele, entende“, conta Elizete. (Roberta Felix, especial para O POVO)

> As doações à Casa da Esperança podem ser feitas por contribuição mensal na conta de energia elétrica. O doador preenche uma ficha que vem anexa à conta, assinalando o valor a ser cobrado mensalmente.”

SERVIÇO

* Informações: 3081.4873 ou autismobrasil.org

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Revista Veja – Lula quer editar jornais

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“Por onde se olha na América Latina, há um governante com a ideia fixa de que seus fracassos seriam menos gritantes se só existisse a imprensa oficial. O Brasil vinha sendo a excepcionalidade na região. Agora o próprio presidente Lula está desenhando o que ele imagina ser a imprensa ideal. “Não acho que o papel da imprensa é fiscalizar. É informar”, disse Lula há duas semanas.

Na quinta-feira passada, ele voltou à carga com o seguinte discurso, direcionado a repórteres que cobriam uma cerimônia que reunia catadores de papel, em São Paulo: “Hoje vocês têm a oportunidade de fazer a matéria da vida de vocês. Se vocês esquecerem a pauta do editor de vocês e se embrenharem no meio dessa gente (…) Publiquem apenas o que eles falarem. Não tentem interpretar.”

É espantoso. Lula não lê jornais. Mas Lula quer ensinar como editar jornais. Má notícia, senhor presidente. Ter 80% de popularidade não credencia ninguém a ser repórter ou editor. Não existe jornalismo a favor. Não existe jornalismo feito pelo estado. Não é atributo do poder executivo traçar limites para o exercício da imprensa.

A liberdade de expressão não pertence ao universo oficial dos gabinetes executivos, não tangencia os planos de governo e não obedece às orientações dos ministérios da propaganda. Seus limites estão estabelecidos na Constituição e eternizados na cultura dos países democráticos. Os próprios leitores e justiça punem os jornalistas que ultrapassam os limites éticos.

A imprensa tem sido vilanizada no Brasil por duas razões principais. A primeira decorre da noção primitiva que alguns ideólogos do petismo têm do Brasil, que para eles é uma grande e simplória terra ideal: a “PTópolis”, habitada por pessoas que têm papéis claramente definidos como a Patópolis, de Walt Disney.

Os habitantes de PTópolis também são divididos em classificações rígidas. Existem os que ocupam o andar de cima e os do andar de baixo; os pretos e os brancos; os ricos e os pobres; os bons e os maus; os produtores e os usurários; os amigos e os inimigos do rei… A segunda razão deve-se ao fato de que quando a cúpula de PTópolis e seus corruptos do coração produzem escândalos – e eles os produzem aos montes – a culpa nunca pode ser do líder ou de seus próximos.

A imprensa livre é um estorvo em PTópolis. Ela insiste em investigar, fiscalizar e dar nome aos bois. Em PTópolis, idealmente, só deveriam exercer o jornalismo as pessoas designadas para isso pelo estado. No mundo perfeito de PTópolis não há lugar para algo imperfeito, barulhento, enxerido, investigativo, teimoso, livre, falível e, algumas vezes, até irresponsável como é a imprensa. PTópolis: ame-a ou deixei-a!”

* Leia a reportagem completa em VEJA desta semana (na íntegra somente para assinantes

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Papai Noel chega ao Via Sul Shopping neste domingo

Neste domingo, a partir das 16 horas, o Papai Noel vai chegar ao Via Sul Shopping. Ele chegará ali de helicóptero, no Edifício Garagem do shopping, com animação a cargo da Banda Municipal da Prefeitura de Caucaia, além da apresentação da cantora Ana Canário interpretando musicas natalinas.

Após sua aterrissagem, Papai Noel convidará o público a conhecer a decoração natalina do Via Sul Shopping, na Praça de Eventos, Térreo. Na ocasião, um coral de 100 vozes – distribuídos pelos andares do empreendimento – irá recepcionar o público com músicas clássicas natalinas; enquanto Papai Noel atenderá as crianças no trono montado no 2º piso. Esta é a primeira festa de recepção a Papai Noel que o shopping realiza. Com o tema “Natal Via Sul Shopping”.

* Mais informações: 3404-4000 e www.shoppingviasul.com.br .

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