Fãs gastam até R$ 10 mil para ir a Interlagos de helicóptero

As formas mais comuns para ir ao Autódromo de Interlagos assistir ao Grande Prêmio do Brasil são de trem, de carro e de táxi. De trem, o fã pode gastar apenas R$2,90. De carro, além da gasolina, há um gasto médio de R$ 50 com estacionamento. Com táxi, partindo do centro de São Paulo, a corrida supera R$ 100. Mas há outra forma de chegar ao circuito, muito mais cara e glamorosa: os helicópteros.

E a procura por este meio de transporte não é pequena no fim de semana do GP do Brasil. O caminho pelos ares custa até R$ 10.050 por pessoa. O técnico de segurança de trabalho Sérgio Alcebiades, 50, vai gastar o dobro deste valor. Isso porque ele vai utilizar o serviço para levar a namorada ao GP do Brasil nos treinos de sexta-feira, de sábado e no domingo, dia da corrida.

“É por luxo e por comodidade. De helicóptero eu saio do hotel, não pego trânsito, não tenho problema de estacionamento e desço dentro do autódromo. É bem mais simples”, explica Alcebíades, que utiliza o serviço pelo quarto ano consecutivo.

Assim como o técnico de segurança, outros torcedores devem utilizar o meio de transporte. De acordo com a Força Aérea Brasileira, responsável pela coordenação das operações, são esperados cerca de 60 helicópteros trabalhando diretamente com o evento. Para o dia da corrida a previsão é de 380 pousos e decolagens.

Segurança – De acordo com a FAB, todos os procedimentos de segurança de controle de tráfego aéreo praticados pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) são executados segundo legislações internacionais. Durante o evento, será instalada uma Torre de Controle no autódromo para atuar no controle do tráfego de helicópteros em um raio de 4 km ao redor de Interlagos. Os pousos acontecem no Kartódromo.

Fonte:  IG

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