Páscoa, Mutação e Fissão Nuclear

Páscoa é passagem, é mudança radical. Sendo possível usar a linguagem da teoria da evolução, como disse Bento XVI em 2005, a Páscoa é, “a maior ‘mutação’, em absoluto, o salto mais decisivo para uma dimensão totalmente nova, como nunca se tinha verificado na longa história da vida”. Com a ressurreição de Cristo a morte é sepultada definitivamente e cada pessoa humana não precisa mais pagar algo pela própria salvação.

O médico legista e investigador criminal Frederick t. Zugibe no seu volumoso livro ‘A Crucificação de Jesus’ apresenta na segunda parte de sua obra, dados científicos sobre o Santo Sudário, pano que  envolveu o corpo de Cristo no sepulcro e traz sua imagem estampada na trama. Segundo o especialista tal fenômeno só é possível através de uma explosão atômica como acontecida na Segunda Guerra quando, por exemplo, a sombra de uma cerca ficou impressa no chão, após a explosão em Hiroshima, imagem que pode ser verificada ainda hoje em um museu da cidade.

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