Monsenhor Jonas Abib reaparece e emociona

Aparição inesperada do religioso emocionou o público
Sacerdote reza pelas novas gerações
Sacerdote reza pelas novas gerações

O término do Acampamento Revolução Jesus promovido pela Comunidade Canção Nova, em Cachoeira Paulista, SP, foi emocionante. Enquanto o Ministério de Música entoava um cântico de súplica ao Espírito Santo, de modo inesperado e não programado apareceu o Mons. Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova e um dos precursores da RCC – Renovação Carismática Católica e Novas Comunidades no Brasil.

Há um tempo o sacerdote não tinha aparição na TV. Monsenhor disse que fisicamente estava bem, contudo passava por uma “noite escura”, mas que isso não era motivo para preocupação.

Convidou o público jovem presente a bradarem para o mundo que eles eram “Revolução de Jesus”. A juventude acompanhou em coro o sacerdote septuagenário, referência de evangelizador no país.

Monsenhor Jonas dirige palavra à Comunidade Católica Shalom

Em seguida saudou a Comunidade Católica Shalom que se fazia presente através do Ministério Missionário Shalom. Recordou que ele e Moysés Azevedo – Fundador do Shalom – foram cúmplices de uma revolução de Jesus. Ainda endereçou palavras de ânimo à Co-fundadora do Shalom, Emmir Nogueira e demais membros. “Somos uma mesma família”, declarou o sacerdote que ladeado de crianças e família da Canção Nova rezou pelas novas gerações.

O blog gravou as palavras emocionadas e emocionantes de Mons. Jonas Abib, escute clicando aqui.

3 thoughts on “Monsenhor Jonas Abib reaparece e emociona

  1. No livro Madre Teresa – Venha ser minha Luz, de Brian Kolodiejchuk (Editora Thomas Nelson Brasil) poderá se ter um vislumbre do mistério do sofrimento. A obra traz escritos íntimos e secretos da santa dos pobres, lançando luz sobre a parte oculta de sua trajetória espiritual e revelando como sua identificação com o Cristo crucificado foi vivenciada não apenas no serviço aos mais pobres dos pobres, mas na agonia da aridez espiritual e da sensação de ser abandonada por Deus, tal como ocorreu com o Cristo na cruz. Nem a própria Madre Teresa conseguia entender a lógica misteriosa por trás dessa exigência tão dolorosa. Para suportá-la – segundo seus confidentes -, fez o mesmo que o Crucificado: abandonou-se totalmente à vontade do Pai, mesmo sentindo-se rejeitada por Ele. Essa noite escura do espírito é uma das maiores provações submetidas a um crente, pois tudo transparece non-sense. Paradoxalmente, é uma prova de amor – segundo as mesmas fontes – traduzida na exigência do esvaziamento do ego para se deixar preencher pelo Absoluto. Só um poder sobrenatural poderia explicar essa capacidade de entrega. Para uma sociedade hedonista, como a ocidental, que abomina qualquer desprazer ou desconforto, a mensagem cristã é obscurantista (como já diziam gregos e romanos). Contudo, não há Ressurreição sem passagem anterior pela Cruz – lembram os mestres. O Ocidente, porém, quer um Cristianismo sem cruz, sem morte do ego, sem renúncia, sem extirpação, no homem, do que possa impedir sua união permanente com o divino. O aspecto externo da religião, o discurso teológico, a ilusão de poder construir o paraíso terrestre (Teologia da Libertação) tudo isso pode transformar-se em substitutivo para o principal: a falta de identificação do homem contemporâneo com a dimensão divina que, se não for realizada já a partir desta vida, terá frustrado sua existência – como ele perceberá na hora da morte – garantem os mestres. Só agora, enquanto estamos no Tempo – advertem – é possível fazer essa sintonia, não depois, visto que a eternidade não permite mais mudança (é verdade que há um estado intermediário, de purificação, onde é possível ainda receber ajuda, para quem ficou a meio-caminho, o Purgatório). O racionalismo que assola o mundo (inclusive a Igreja) quer que a mensagem cristã seja adaptada aos valores da sociedade, e não o inverso. Daí o ódio contra o Papa (guardião da Tradição). Por acaso os católicos estão esquecidos da advertência de Paulo: estamos no mundo, mas não somos do mundo (…) aqui, apenas, montamos uma barraca provisória? – indagam. Não que isso deva significar descompromisso com as dores do mundo, mas sim que o principal objetivo do cristão, aqui, é remover os obstáculos que impedem sua alma de ser divinizada. O resto vem por acréscimo – acentuam. Alguns perguntam: será que os seminários ainda ensinam Teologia Mística? – se não ensinam e a consideram anacrônica – advertem – terão perdido o rumo, pois então não mais saberiam como formar guias capazes de orientar a experiência espiritual dos fiéis (e estes querem experiência). Mais conscientes disso estão os cristãos orientais, para os quais ser teólogo é ser o transmissor da experiência de Deus vivida, não o elaborador do discurso sobre Deus. – Da coluna Concidadania 04 Abr 2009.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *