MEC quer cotas para travestis se tornarem professores do ensino fundamental e médio

A Conferência Nacional de Educação (Conae)  é uma realização do MEC com apoio do Governo Federal. Das 350 propostas do documento base que será trabalhado no encontro, em novembro de 2014, 39 dizem respeito à ideologia de gênero. Violência e maconha, desafios das escolas públicas pelo país foi contemplada em apenas uma proposta. 

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Para se ter uma ideia da supervalorização da temática LGBT  no documento em detrimento a assuntos como violência nas escolas a sigla que contempla gays, lésbicas, bissexuais e travestis é mencionada 30 vezes enquanto a palavras “drogas”, apenas 3. O termo “Gênero” é  assinalado 69 vezes e “violência”, 15.

Entre as propostas está a criação de cotas para travestis e transexuais, nos cursos de graduação, pós-graduação lato e stricto sensu e nos concursos públicos. Outras sugestões propõem a realização de Fóruns de gênero e LGBT, além de dar preferência a livros  didáticos que contemplem a temática. 

Documento Base, aqui. 

Confira alguns trechos

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One thought on “MEC quer cotas para travestis se tornarem professores do ensino fundamental e médio

  1. É absurdo o que essas organizações querem fazer, empurrar a ideologia de gênero a qualquer custo. Cota pra tudo, até isso? Todos somos brasileiros, e não aceitamos essa imposição. Depois que esse pt e esquerda chegou ao poder eles estão se aproveitando.

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