“Católicas Pelo Direito de Decidir” agridem Virgem Maria e fé dos católicos

O grupo abortista autointitulado “Católicas pelo Direito de Decidir” representam bem o dito popular “lobo em pele de cordeiro”. Utilizam o termo de má-fé para confundir a opinião pública e os menos esclarecidos. De católicas – fique bem claro -não possuem nada.

Imagem desrespeitosa divulgada pelo grupo abortista.
Imagem desrespeitosa divulgada pelo grupo abortista.

No mês em que o país celebra sua Padroeira Nossa Senhora da Conceição Aparecida, o grupelho lançou na internet imagem que é um acinte à fé dos milhões de católicos do país. A imagem (acima) traz a cena da anunciação e distorce o ensinamento doutrinário do episódio de vital importância para a História da Salvação. 

A charge põe em cheque a liberdade de Maria que optou em ser Mãe do Salvador e ainda coloca em jogo que a Virgem poderia ter abortado o Menino. Do  “Sim” de Maria é que se deu a geração do Filho de Deus em seu ventre. 

Segundo os exegetas Maria deu seu sim com a idade de 15 anos. Podemos classificar como um dos mais belos atos em Defesa da Vida. A Virgem não pensou em si, mesmo sendo jovem e prometida em casamento a um homem escolheu a vida, mesmo que lhe custasse a própria vida. A cultura da época condenava com apedrejamento mulheres que engravidassem fora do matrimônio.

Vejamos um histórico do Grupo:

Trata-se de feministas que em  1994 criaram a ONG Católicas Pelo Direito de Decidir.Assumem a identidade de um movimento inter-religioso que pretende mudar o quadro de justiça moral, social e religiosa.

Fique bem claro que esse grupo nada tem a ver com a igreja Católica nem com algum de seus movimentos. As participantes dessa ONG empunham a bandeira abortista e estão interligadas a outros movimentos espalhados nas Américas com o mesmo objetivo.

A mulher pode escolher em ser católica, uma opção, mas não poderá, sendo católica decidir a favor do aborto, pois a vida é um direito inalienável ao nascituro e ponto principal na defesa dos direitos humanos encabeçado pela Igreja.

As coisas precisam de clareza e a ONG poderia ter escolhido outro nome para a sua militância como mulheres pelo direito de decidir pela morte de seus filhos ou outro do gênero, bem mais aplicável.

Talvez queiram pegar carona no nome da instituição que não se vende as especiarias da moral dos tempos pós-modernos. A Igreja Católica defende sua doutrina e ética pois é um ensinamento recebido de seu fundador e não se importa com os rótulos a ela aplicados como o de retrógrada.

Com essa atitude a Igreja se torna um ancoradouro seguro no qual podem ancorar os barcos atormentados pelas intempéries de um comportamento relativista, hedonista e imediatista. A melhor decisão é sempre a que privilegia a vida em sua escolha.

 

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